sábado, 24 de julho de 2010
sexta-feira, 23 de julho de 2010
38 feira de exposição de animais de Sertânia
Por: Cobra Cordelista.
A 38 feira de exposição de animais que a cidade de Sertânia realiza todos os anos, foi mais um grande sucesso de público e de negócios. Criadores de todas as regiões compareceram e realizaram grandes negócios, o espetáculo teve ainda participações especiais de Zezé de Camargo e Luciano, Cristina Amaral e encerrou com Show de Os Nonatos, entre outras atrações.
Fui lá conferir a festa e mostrar para os leitores deste blog o que de melhor acontece em Pernambuco.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Nossa Homenagem!!!
Zé Adalberto casou-se com Maria José Ferreira de Souza, com quem tem dois filhos: Ítalo e Izabela Taise.
Estudou o primário no Grupo Escolar do Logradouro, o Ginásio e 2° Grua no Colégio Municipal de Itapetim Zé Adalberto não é cantador de profissão. Até os 25 anos de idade foi agricultor e, desde 1985, é funcionário público, na função de Auxiliar de Serviços Educacionais, lotado no Grupo Escolar Tereza Torres – Itapetim – PE. Mas é poeta, tendo muitas de suas poesias publicadas em diversos livros coletâneas (Antologias). Também já participou de vários festivais de cantadores, regionais e nacionais, tendo sido premiado com várias medalhas e troféus, como, por exemplo, o 1° lugar no festival de poetas Amadores, promovido pela Prefeitura Municipal de Itapetim, no Espaço Cultural Rogaciano Leite, fazendo dupla com o poeta Fernando Emídio, do sítio Prazeres, Município de Itapetim.
. Muitos versos de Zé Adalberto foram publicados em livros coletânea e o ano passado publicou um livro sozinho, intitulado “No caroço do Juá” (Cf. FERREIRA, 2005, 174p). Além disso, muitos de seus versos foram gravados em CDS de cantorias, como por exemplo, as canções “Órgão de Mãe” e ”Seu corpo é meu pecado” no CD da dupla Rogério Menezes e Raimundo Caetano, em 1998. No ano seguinte, em 1999, uma das supracitadas canções “Seu Corpo é Meu Pecado“ e a canção “Desabafo de Sertanejo” foram gravadas no Cd “Alma de menino” dos Nonatos. Além disso, participou na faixa 7, intitulada “A Mulher”, do Cd “É feito de fato”, da dupla Edmilson e Lisboa,
. Tempos depois, as canções “Órfão de mãe” e “Seu Corpo é Meu Pecado” Foram transformadas em músicas e gravadas no CD “Netinho do Forró”. Em 2004, o cantor itapetinense Vicente di Paula, regravou a canção “Seu Corpo é meu Pecado” e uma nova canção, intitulada “Magnífica” em seu CD. Em 2005, mais uma de suas poesias, “Caboclo Nativo”, foi gravada em forma de música por Val Patriota em seu CD Intitulado “Até que em fim”
. Finalmente em 2007, Val Patriota gravou mais uma música de Zé Adalberto. Intitulada “Retirei seu retrato da Carteira” Sem tirar seu amor do Coração”, que é um dos poemas do supracitado livro.
. Como também o Forró Pé – de – Bucha, gravou a música de Zé Adalberto intitulada “Traição à primeira vista”.
. Além disso, é de Zé Adalberto e Vicente di Paula o terceiro Hino Municipal de Itapetim, o qual foi oficializado pela Câmara de Vereadores pelo projeto Lei n. 27/3003 (digo terceiro, porque, nos anos 50, a poética Otacília patriota havia feito um primeiro Hino de Itapetim, que era uma paródia da Música “eu te amo meu Brasil”, que era, embora não tenha sido oficializado pela Câmara de vereadores, se cantava nas escolas Municipais nos anos 50 e, em 1993, havia sido oficializado um segundo hino, de autoria de Hilda Leite, irmã do PE. João Leite.
Mais recentemente participou do documentário “Com a Boca No Mundo”. Da série “Poetas do repente”, produzida pela FUNDARJ e a Editora Massangana, para a TV Escola, o qual foi exibido mais de dez vezes.
Dentre os trabalhos de Zé Adalberto, destacamos os seguintes sonetos contidos no seu supracitado livro:
Cinesexo
Num cenário pleno de encantos, a sós
Posicionamos nossos corpos nus
Sem nenhum recalque, apenas a luz
Do amor pairava forte sobre nós
.
De seu livro, o próprio Zé Adalberto selecionei esta estrofe, a partir de vários motes, que vale a pena mostra aqui:
.
Pra que casa cercada por muralha
Se a cova é cercada pelo pranto
Se pra Deus todos têm do mesmo tanto
Tanto faz a fortuna ou a migalha
Pra que roupa de marca se a mortalha
Não requer estilista na costura
Se o cadáver que a veste não procura
Nem saber se a costura ficou boa
Pra que tanta riqueza se a pessoa
Nada leva daqui pra sepultura?
Num cenário pleno de encantos, a sós
Posicionamos nossos corpos nus
Sem nenhum recalque, apenas a luz
Do amor pairava forte sobre nós
.
De seu livro, o próprio Zé Adalberto selecionei esta estrofe, a partir de vários motes, que vale a pena mostra aqui:
.
Pra que casa cercada por muralha
Se a cova é cercada pelo pranto
Se pra Deus todos têm do mesmo tanto
Tanto faz a fortuna ou a migalha
Pra que roupa de marca se a mortalha
Não requer estilista na costura
Se o cadáver que a veste não procura
Nem saber se a costura ficou boa
Pra que tanta riqueza se a pessoa
Nada leva daqui pra sepultura?
RETIREI SEU RETRATO DA CARTEIRA
SEM TIRAR SEU AMOR DO CORAÇÃO
José Adalberto de Itapetiga
Seu retrato foi todo incinerado
Mas até na fumaça deu pra vê-la
Não há nada que faça eu esquecê-la
Eu nem sei se por ela sou lembrado
Meu desejo está contaminado
Pelo vírus da sua sedução
Junta médica não faz intervenção
Se souber que a doença é roedeira
Retirei seu retrato da carteira
Sem tirar seu amor do coração.
.
Esse meu coração só pensa nela
Apesar de bater no meu reduto
120 batidas por minuto
São as 20 por mim, e as 100 por ela
Eu com raiva rasguei a foto dela
Mas amor não se rasga com a mão
Se vontade rasgasse ingratidão
Eu só tinha deixado a pedaceira
Retirei seu retrato da carteira
Sem tirar seu amor do coração.
.
Seu veículo de amor ainda cabe
Na garagem do peito que era seu,
O chassi do seu corpo está no meu
Se eu tentar alterá-lo o mundo sabe
Não existe paixão que não se acabe
Mas amor não possui limitação
Vai além das fronteiras da razão
E o que eu sinto por ela é sem fronteira
Retirei seu retrato da carteira
Sem tirar seu amor do coração.
.
Da carteira eu tratei de dar um jeito
De tirar sua foto de olhos vivos
Mas não pude apagar os negativos
Que ficaram gravados no meu peito
Junto à lei nosso caso foi desfeito
A igreja anulou nossa união
Mas do peito não tive condição
De tirar esse amor por mais que eu queira
Retirei seu retrato da carteira
Sem tirar seu amor do coração.
SEM TIRAR SEU AMOR DO CORAÇÃO
José Adalberto de Itapetiga
Seu retrato foi todo incinerado
Mas até na fumaça deu pra vê-la
Não há nada que faça eu esquecê-la
Eu nem sei se por ela sou lembrado
Meu desejo está contaminado
Pelo vírus da sua sedução
Junta médica não faz intervenção
Se souber que a doença é roedeira
Retirei seu retrato da carteira
Sem tirar seu amor do coração.
.
Esse meu coração só pensa nela
Apesar de bater no meu reduto
120 batidas por minuto
São as 20 por mim, e as 100 por ela
Eu com raiva rasguei a foto dela
Mas amor não se rasga com a mão
Se vontade rasgasse ingratidão
Eu só tinha deixado a pedaceira
Retirei seu retrato da carteira
Sem tirar seu amor do coração.
.
Seu veículo de amor ainda cabe
Na garagem do peito que era seu,
O chassi do seu corpo está no meu
Se eu tentar alterá-lo o mundo sabe
Não existe paixão que não se acabe
Mas amor não possui limitação
Vai além das fronteiras da razão
E o que eu sinto por ela é sem fronteira
Retirei seu retrato da carteira
Sem tirar seu amor do coração.
.
Da carteira eu tratei de dar um jeito
De tirar sua foto de olhos vivos
Mas não pude apagar os negativos
Que ficaram gravados no meu peito
Junto à lei nosso caso foi desfeito
A igreja anulou nossa união
Mas do peito não tive condição
De tirar esse amor por mais que eu queira
Retirei seu retrato da carteira
Sem tirar seu amor do coração.
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Festival dos Universitários de São José do Egito- Pernambucano
O festival aconteceu de 14 a 18 de Julho de 2010 e fui lá conferir a festa. Confesso que esperava um pouco mais, mas entre algumas presenças especiais como Bia Marinho e outras vozes do Sertão, me impressionou o grupo cultural Caco de Telha de São José do Egito, onde artistas muito jovens e muito talentosos misturavam com muito bom gosto, música Sertaneja de raiz e poesia Genuinamente Sertaneja. Me frustrou o fato de São José ser a cidade Pernambucana considerada como referencia número um se tratando de poesia, berço de grandes poetas Brasileiros como Jó Patriota, Rogaciano Leite (este Nascido em Itapetim, antiga Umburanas Ex distrito de São José do Egito ),Val Patriota ,Marcos Passos e tantos outros.
Vi que o amor pela poesia que esta encravado no coração do povo desta cidade não estava no palco, senti a falta destes, e também o povo presente aos espetáculos, dos grandes cantadores da Região, e a festa caminhou um pouco mais para o forró da região.
Porém os meninos do Caco de Telha foram muito bem, mostraram conhecimento da sua proposta, enaltecendo obras de José Marcolinho, de Humberto Teixeira e outros compositores cuja qualidade musical alcançou as metrópoles Brasileiras. Fiquei Feliz com a música destes Jovens e os parabenizo, pois são jovens com talento de Gente Grande. Mas para felicidade da grande nação Cultural gostaria que São José do Egito recuperasse a tradição desta festa trazendo novamente para o palco melhores investimentos, com uma tenda melhor e maior para o espetáculo cultural, um som de melhor qualidade enfim, uma estrutura melhor para a Festa do Universitário. Vale opinar, por que dois palcos? Esta festa poderia rolar a tarde e a noite na Arena Principal, ou seja, no palco Central e teríamos assim uma festa para todos os gostos que iria chamar a atenção do turismo cultural, tão em moda em nosso País.
A festa do universitário foi mais uma invasão do nosso blog em festas culturais que ocorrem em nosso estado, ela ocorre no mês de Julho e se Deus quiser agente vai estar lá no próximo ano, e ela estará mais bonita e mais cultural, para felicidade dos artistas e do público presente!
Abraços!
Vi que o amor pela poesia que esta encravado no coração do povo desta cidade não estava no palco, senti a falta destes, e também o povo presente aos espetáculos, dos grandes cantadores da Região, e a festa caminhou um pouco mais para o forró da região.
Porém os meninos do Caco de Telha foram muito bem, mostraram conhecimento da sua proposta, enaltecendo obras de José Marcolinho, de Humberto Teixeira e outros compositores cuja qualidade musical alcançou as metrópoles Brasileiras. Fiquei Feliz com a música destes Jovens e os parabenizo, pois são jovens com talento de Gente Grande. Mas para felicidade da grande nação Cultural gostaria que São José do Egito recuperasse a tradição desta festa trazendo novamente para o palco melhores investimentos, com uma tenda melhor e maior para o espetáculo cultural, um som de melhor qualidade enfim, uma estrutura melhor para a Festa do Universitário. Vale opinar, por que dois palcos? Esta festa poderia rolar a tarde e a noite na Arena Principal, ou seja, no palco Central e teríamos assim uma festa para todos os gostos que iria chamar a atenção do turismo cultural, tão em moda em nosso País.
A festa do universitário foi mais uma invasão do nosso blog em festas culturais que ocorrem em nosso estado, ela ocorre no mês de Julho e se Deus quiser agente vai estar lá no próximo ano, e ela estará mais bonita e mais cultural, para felicidade dos artistas e do público presente!
Abraços!
terça-feira, 20 de julho de 2010
SHOW DE COBRA CORDELISTA NO PAJEU DAS FLORES
Itapetim O VentreImortal da Poesia Recebe de Braços Abertos O Poeta COBRA CORDELISTA
Neste último final de semana a nossa cidade teve o privilégio de receber a visita do poeta cordelista “COBRA CORDELISTA” da cidade de Jaboatão dos Guararapes. Presidente do Conselho e membro da Secretária de Cultura de sua cidade, tem uma vasta bagagem cultural: São dois CDs gravados, o último O Canto da Serpente é sucesso popular. Autor dos livros Historia de Caboclo – para corações pequenos e um cordel para Jesus e também mais de trinta título de cordéis publicados.
Próximo dia 13 de agosto retornará a nossa região para apresentar-se no Marcelo bar na cidade de São José do Egito-PE
Veja os vídeos e foto de cobra em Itapetim
Matéria tirada do site:http://itapetim.net/
Próximo dia 13 de agosto retornará a nossa região para apresentar-se no Marcelo bar na cidade de São José do Egito-PE
Veja os vídeos e foto de cobra em Itapetim
Matéria tirada do site:http://itapetim.net/
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Os limites de Jaboatão

Por James Davidson
O município de Jaboatão dos Guararapes, situado na Região Metropolitana do Recife, estado de Pernambuco, possui os seguintes limites:
Leste: Oceano Atlântico
Norte: Recife e São Lourenço da Mata
Oeste: Moreno
Sul: Cabo de Santo Agostinho
Limite com o Oceano Atlântico: Segue a partir do limite com o Recife próximo ao Hospital da Aeronáutica na Praia de Piedade pelo litoral até a Foz do Rio Jaboatão.
Limite com o município do Recife: Segue do marco na Praia de Piedade que delimita o limite com o Recife por uma reta até o Rio Jordão, sobe por este até o centro da terceira lagoa, daí por uma reta para a chamada segunda lagoa, daí por outra reta até a primeira lagoa, segue deste ponto até a Cacimba do Urubú, daí para o Centro do Barranco Branco
Limite com o município de São Lourenço da Mata: Segue da foz do Tejipió-Mirim no Rio Tejipió por uma reta até o centro do antigo açude de Camassari.
Limite com o município de Moreno: Segue do centro do Açude de Camassari por uma reta até a Serra da Macambira (Foto abaixo) daí segue por outra reta até o encontro do Riacho São Salvador com o Rio São Salvador, segue por este até a confluência deste no Açude Secupema.
Limite com o município do Cabo de St° Agostinho: Segue da Foz do Rio Jaboatão até a confluência com o Rio Pirapama, daí segue por uma reta até o Alto do Oitizeiro, deste ponto desce pelo Rio Morto até a sua foz no Rio Jaboatão, segue pelo Rio Jaboatão até a foz do Rio Caongo seguindo por este até sua nascente, daí segue por uma reta até a foz do Rio São Salvador.
Os limites de Jaboatão dos Guararapes com outros municípios normalmente são pouco conhecidos da população que aqui reside e, por isso, muitas vezes são motivos de conflitos e de disputas territoriais em alguns locais. O limite mais conflituoso, com certeza, é com o município do Recife que já foi mudado diversas vezes e boa parte da população que reside nesses locais sequer tem ideia por onde eles passam. Por isso, é comum, muitas vezes, a pessoa morar em Jaboatão e acreditar que mora no Recife. Os maiores exemplos desse problema estão nas comunidades de Alto do Céu, parte de Coqueiral, Pacheco, Zumbi do Pacheco, Monte Verde, UR 11, UR 06 e Jardim Jordão. É por isso que é importante entender um pouco as razões dessas disputas.
Até 1928 as terras de Jaboatão abrangiam, além das atuais, o território do atual município de Moreno, o bairro de Tejipió até a Ponte e a comunidade de Pontezinha. Em 1928 o então Governador de Pernambuco Estácio Coimbra desmembrou o município emancipando Moreno, anexando Tejipió ao Recife e passando o povoado de Pontezinha para o Cabo de Santo Agostinho. Orlando Breno, em seu livro Jaboatão sua Terra sua Gente, afirma que isto aconteceu por vingança política pois Estácio coimbra não teria tido muitos votos em Jaboatão.
Posteriormente, surgiram várias outras ameaças à integridade do município da Integração nacional. Em 1948 Cavaleiro foi elevado à condição de município, fato que foi anulado logo depois. Em 1989, a sede foi mudada para Prazeres porque queriam anexar Prazeres e as praias ao município ao Recife. Posteriormente, outros projetos surgiram para tentar desmembrar os distritos de Jaboatão, mas todos sem sucesso. Enquanto isso, a prefeitura do Recife, aproveitando do descaso de várias administrações que Jaboatão possuiu, visando apropriar-se dos territórios litigiosos entre os dois municípios, instalou postos de saúde e até escolas nesses locais(ex: Coqueiral, Monte Verde, Vila das Aeromoças, etc). Assim, como a prefeitura do Recife oferecia os serviços que as desadministrações anteriores de Jaboatão ignoraram, a população obviamente passou a identificar-se com o Recife e não com Jaboatão, mesmo estando fora dos limites da capital.
Por isso, é necessário haver maior atenção da prefeitura com esses locais, como também deve existir um verdadeiro trabalho de conscientização com a população local no sentido de resgatar a autoestima da cidadania jaboatonense para que possa haver uma maior valorização da identidade municipal.
Leste: Oceano Atlântico
Norte: Recife e São Lourenço da Mata
Oeste: Moreno
Sul: Cabo de Santo Agostinho
Limite com o Oceano Atlântico: Segue a partir do limite com o Recife próximo ao Hospital da Aeronáutica na Praia de Piedade pelo litoral até a Foz do Rio Jaboatão.
Limite com o município do Recife: Segue do marco na Praia de Piedade que delimita o limite com o Recife por uma reta até o Rio Jordão, sobe por este até o centro da terceira lagoa, daí por uma reta para a chamada segunda lagoa, daí por outra reta até a primeira lagoa, segue deste ponto até a Cacimba do Urubú, daí para o Centro do Barranco Branco
Limite com o município de São Lourenço da Mata: Segue da foz do Tejipió-Mirim no Rio Tejipió por uma reta até o centro do antigo açude de Camassari.
Limite com o município de Moreno: Segue do centro do Açude de Camassari por uma reta até a Serra da Macambira (Foto abaixo) daí segue por outra reta até o encontro do Riacho São Salvador com o Rio São Salvador, segue por este até a confluência deste no Açude Secupema.
Limite com o município do Cabo de St° Agostinho: Segue da Foz do Rio Jaboatão até a confluência com o Rio Pirapama, daí segue por uma reta até o Alto do Oitizeiro, deste ponto desce pelo Rio Morto até a sua foz no Rio Jaboatão, segue pelo Rio Jaboatão até a foz do Rio Caongo seguindo por este até sua nascente, daí segue por uma reta até a foz do Rio São Salvador.
Os limites de Jaboatão dos Guararapes com outros municípios normalmente são pouco conhecidos da população que aqui reside e, por isso, muitas vezes são motivos de conflitos e de disputas territoriais em alguns locais. O limite mais conflituoso, com certeza, é com o município do Recife que já foi mudado diversas vezes e boa parte da população que reside nesses locais sequer tem ideia por onde eles passam. Por isso, é comum, muitas vezes, a pessoa morar em Jaboatão e acreditar que mora no Recife. Os maiores exemplos desse problema estão nas comunidades de Alto do Céu, parte de Coqueiral, Pacheco, Zumbi do Pacheco, Monte Verde, UR 11, UR 06 e Jardim Jordão. É por isso que é importante entender um pouco as razões dessas disputas.
Até 1928 as terras de Jaboatão abrangiam, além das atuais, o território do atual município de Moreno, o bairro de Tejipió até a Ponte e a comunidade de Pontezinha. Em 1928 o então Governador de Pernambuco Estácio Coimbra desmembrou o município emancipando Moreno, anexando Tejipió ao Recife e passando o povoado de Pontezinha para o Cabo de Santo Agostinho. Orlando Breno, em seu livro Jaboatão sua Terra sua Gente, afirma que isto aconteceu por vingança política pois Estácio coimbra não teria tido muitos votos em Jaboatão.
Posteriormente, surgiram várias outras ameaças à integridade do município da Integração nacional. Em 1948 Cavaleiro foi elevado à condição de município, fato que foi anulado logo depois. Em 1989, a sede foi mudada para Prazeres porque queriam anexar Prazeres e as praias ao município ao Recife. Posteriormente, outros projetos surgiram para tentar desmembrar os distritos de Jaboatão, mas todos sem sucesso. Enquanto isso, a prefeitura do Recife, aproveitando do descaso de várias administrações que Jaboatão possuiu, visando apropriar-se dos territórios litigiosos entre os dois municípios, instalou postos de saúde e até escolas nesses locais(ex: Coqueiral, Monte Verde, Vila das Aeromoças, etc). Assim, como a prefeitura do Recife oferecia os serviços que as desadministrações anteriores de Jaboatão ignoraram, a população obviamente passou a identificar-se com o Recife e não com Jaboatão, mesmo estando fora dos limites da capital.
Por isso, é necessário haver maior atenção da prefeitura com esses locais, como também deve existir um verdadeiro trabalho de conscientização com a população local no sentido de resgatar a autoestima da cidadania jaboatonense para que possa haver uma maior valorização da identidade municipal.
sábado, 17 de julho de 2010
O caso de Eliza Samudio retratado em cordel

O Caso Eliza Samudio
(Salete Maria)
O caso Eliza Samudio
Que tem chocado o Brasil
Emerge como prelúdio
De um grande desafio:
Exortar nossa Justiça
Pra deixar de ser omissa
Ante o machismo tão vil!
Trata-se de um momento
De grande reflexão
Pois não basta só lamento
Ou alguma oração
É hora de provocar
Propondo um outro olhar
Sobre processo e ação
Saiu na televisão
Rádio, internet e jornal
Notícia em primeira mão
Toda manchete é igual:
Ex-amante de goleiro
(Aquele cheio de dinheiro!)
Sumiu sem deixar sinal
Muita especulação
- discurso de autoridade-
Uns dizem que é armação
Outros dizem que é verdade
Polícia e delegacia
Justiça e promotoria:
Fogueira de vaidades!
Mei-mundo de advogados
Investigação global
Cada um no seu quadrado
Falando em todo canal
Subjacente a tudo
Um peixe muito graúdo:
Androcentrismo total!
A mídia fala em Bruno
Eliza e gravidez
Flamengo, orgia e fumo
-esta é a bola da vez!-
Tem muito 'especialista'
Em busca de alguma pista
Pra ser o herói do mês
E a história se repetindo
Mudando apenas o nome
Outra mulher sucumbindo
Sob ameaça dum homem
Uma vida abreviada
Cuja morte anunciada
A estatística consome
Assim é a violência
Lançada sobre a mulher
Ela pede providência
E cara faz o que quer
Mas a Justiça, que é lerda,
Machista, 'fazendo merda'
Vem com papo de mané
E oito meses depois
Da 'denúncia' inicial
Que é o feijão com arroz
Do distinto tribunal
Nadica de nada existe
Mas autoridade insiste
Que isto, sim, é normal:
“A culpa é do Instituto
Que não mandou o exame”
- isto soa como insulto
e daqueles mais infame-
Não era caso de urgência?
-tenha santa paciência!-
Para que serve um ditame?
A moça buscou amparo
Na Justiça do país
Agiu correto, é claro
E esperou do juiz
O tal reconhecimento
Sobre o pai do seu rebento
Tendo a vida por um triz
Também fez comunicado
Ao campo policial
Dizendo que o namorado
Praticou crimes e tal
Buscou as vias legais
Enfrentou feras reais
Terá sido este o seu mal?
Mesmo com a delegacia
Dita especializada
E com toda a apologia
De uma Lei avançada
Faltou ter a ruptura
Com aquela velha cultura
De que a mulher é culpada
E o cumprimento legal
No caso, muito importante
Seria mais um arsenal
Para enfrentar o gigante
Mudar a mentalidade
De nossas autoridades
É fator preponderante
E para que isto ocorra
Entre outra alternativa
Antes que mais uma morra
E o caso fique à deriva
É preciso compreender
Que Justiça é pra fazer
Enquanto a mulher tá viva!
Sei que nada justifica
Que haja tanta demora
E enquanto o caso complica
A vítima 'já foi embora'
Sem medida protetiva!
Sequer prisão preventiva!
Quanta inoperância aflora!
Se o exame era necessário
À elucidação do crime
O Estado-perdulário
Neste campo fez regime
Ficando no empurra empurra
No velho: ''mulher é burra,
e joga no outro time”
Todo crime tem problemas
De toda diversidade
Assim como há esquemas
Também há dificuldades
Mas pra mim é evidente
Que o machismo presente
Premia a impunidade
Machismo compartilhado
Por gente de toda cor
Do goleiro ao empregado
Do primo ao executor
Autoridades também
Implicitamente têm
Um machismo inspirador
Cada 'doutor' se expressa
Centrado no garanhão
É o mote da conversa:
Fama, grana e traição
Ao se referir a ela
Falam da menina bela
Que fez filme de tesão
Falta a compreensão
Da questão relacional
Gênero, classe, profissão
Cor e status social
O processo é narrativa
Que emerge da saliva
Falocêntrica-legal
E ainda que alguns digam
“Oh, Eliza, coitadinha”
E suas doutrinas sigam
Desvendando pegadinhas
A escola dogmática
Do direito-matemática
Perpetua ladainhas
Processo judicial
Só serve para punir?
Havia tanto sinal...
Não dava pra prevenir?
E a tal ação civil?
Alimentos deferiu?
Para o bebê consumir?
É um momento de dor
Para a família dos dois
O caso é multifator
Não basta dar nome aos bois
A lógica policial
Cartesiana e formal
Festeja tudo depois
Por isso se faz urgente
Conjugar gênero e direito
Pois um trabalho decente
Que surta algum efeito
Não se limita a julgar
Mas também a estudar
O cerne do preconceito
Homens que matam mulheres
Em relações de poder
Isto tem se dado em série
Mas é preciso entender
Que subjaz ao evento
Um histórico comportamento
Que vai construindo o ser
A nossa sociedade
Apesar da evolução
Reproduz iniquidade
E também muita opressão
Homem que bate em mulher
- E “ninguém mete a colher” -
Sempre foi uma 'lição'
Aprendida por goleiros
Delegados, professores
Motoristas, marceneiros
Pedreiros e promotores
Garçons e malabaristas
Médicos e taxistas
Juízes e adestradores
Por isto em nossos dias
De conquistas sociais
De novas filosofias
Direitos especiais
Não podemos aceitar
Justiça só pra apurar
Crimes tão excepcionais
Que a Justiça também
Sirva para (se) educar
Chega deste nhém-nhém-nhém
Deste eterno blá-blá-blá
A Lei Maria da Penha
Existe pra que não tenha
Tanta morte a lamentar!!!
(Salete Maria)
O caso Eliza Samudio
Que tem chocado o Brasil
Emerge como prelúdio
De um grande desafio:
Exortar nossa Justiça
Pra deixar de ser omissa
Ante o machismo tão vil!
Trata-se de um momento
De grande reflexão
Pois não basta só lamento
Ou alguma oração
É hora de provocar
Propondo um outro olhar
Sobre processo e ação
Saiu na televisão
Rádio, internet e jornal
Notícia em primeira mão
Toda manchete é igual:
Ex-amante de goleiro
(Aquele cheio de dinheiro!)
Sumiu sem deixar sinal
Muita especulação
- discurso de autoridade-
Uns dizem que é armação
Outros dizem que é verdade
Polícia e delegacia
Justiça e promotoria:
Fogueira de vaidades!
Mei-mundo de advogados
Investigação global
Cada um no seu quadrado
Falando em todo canal
Subjacente a tudo
Um peixe muito graúdo:
Androcentrismo total!
A mídia fala em Bruno
Eliza e gravidez
Flamengo, orgia e fumo
-esta é a bola da vez!-
Tem muito 'especialista'
Em busca de alguma pista
Pra ser o herói do mês
E a história se repetindo
Mudando apenas o nome
Outra mulher sucumbindo
Sob ameaça dum homem
Uma vida abreviada
Cuja morte anunciada
A estatística consome
Assim é a violência
Lançada sobre a mulher
Ela pede providência
E cara faz o que quer
Mas a Justiça, que é lerda,
Machista, 'fazendo merda'
Vem com papo de mané
E oito meses depois
Da 'denúncia' inicial
Que é o feijão com arroz
Do distinto tribunal
Nadica de nada existe
Mas autoridade insiste
Que isto, sim, é normal:
“A culpa é do Instituto
Que não mandou o exame”
- isto soa como insulto
e daqueles mais infame-
Não era caso de urgência?
-tenha santa paciência!-
Para que serve um ditame?
A moça buscou amparo
Na Justiça do país
Agiu correto, é claro
E esperou do juiz
O tal reconhecimento
Sobre o pai do seu rebento
Tendo a vida por um triz
Também fez comunicado
Ao campo policial
Dizendo que o namorado
Praticou crimes e tal
Buscou as vias legais
Enfrentou feras reais
Terá sido este o seu mal?
Mesmo com a delegacia
Dita especializada
E com toda a apologia
De uma Lei avançada
Faltou ter a ruptura
Com aquela velha cultura
De que a mulher é culpada
E o cumprimento legal
No caso, muito importante
Seria mais um arsenal
Para enfrentar o gigante
Mudar a mentalidade
De nossas autoridades
É fator preponderante
E para que isto ocorra
Entre outra alternativa
Antes que mais uma morra
E o caso fique à deriva
É preciso compreender
Que Justiça é pra fazer
Enquanto a mulher tá viva!
Sei que nada justifica
Que haja tanta demora
E enquanto o caso complica
A vítima 'já foi embora'
Sem medida protetiva!
Sequer prisão preventiva!
Quanta inoperância aflora!
Se o exame era necessário
À elucidação do crime
O Estado-perdulário
Neste campo fez regime
Ficando no empurra empurra
No velho: ''mulher é burra,
e joga no outro time”
Todo crime tem problemas
De toda diversidade
Assim como há esquemas
Também há dificuldades
Mas pra mim é evidente
Que o machismo presente
Premia a impunidade
Machismo compartilhado
Por gente de toda cor
Do goleiro ao empregado
Do primo ao executor
Autoridades também
Implicitamente têm
Um machismo inspirador
Cada 'doutor' se expressa
Centrado no garanhão
É o mote da conversa:
Fama, grana e traição
Ao se referir a ela
Falam da menina bela
Que fez filme de tesão
Falta a compreensão
Da questão relacional
Gênero, classe, profissão
Cor e status social
O processo é narrativa
Que emerge da saliva
Falocêntrica-legal
E ainda que alguns digam
“Oh, Eliza, coitadinha”
E suas doutrinas sigam
Desvendando pegadinhas
A escola dogmática
Do direito-matemática
Perpetua ladainhas
Processo judicial
Só serve para punir?
Havia tanto sinal...
Não dava pra prevenir?
E a tal ação civil?
Alimentos deferiu?
Para o bebê consumir?
É um momento de dor
Para a família dos dois
O caso é multifator
Não basta dar nome aos bois
A lógica policial
Cartesiana e formal
Festeja tudo depois
Por isso se faz urgente
Conjugar gênero e direito
Pois um trabalho decente
Que surta algum efeito
Não se limita a julgar
Mas também a estudar
O cerne do preconceito
Homens que matam mulheres
Em relações de poder
Isto tem se dado em série
Mas é preciso entender
Que subjaz ao evento
Um histórico comportamento
Que vai construindo o ser
A nossa sociedade
Apesar da evolução
Reproduz iniquidade
E também muita opressão
Homem que bate em mulher
- E “ninguém mete a colher” -
Sempre foi uma 'lição'
Aprendida por goleiros
Delegados, professores
Motoristas, marceneiros
Pedreiros e promotores
Garçons e malabaristas
Médicos e taxistas
Juízes e adestradores
Por isto em nossos dias
De conquistas sociais
De novas filosofias
Direitos especiais
Não podemos aceitar
Justiça só pra apurar
Crimes tão excepcionais
Que a Justiça também
Sirva para (se) educar
Chega deste nhém-nhém-nhém
Deste eterno blá-blá-blá
A Lei Maria da Penha
Existe pra que não tenha
Tanta morte a lamentar!!!
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Eliza Freire
O dia de Eliza Freire não é diferente de tantos outros artesãos Pernambucanos que agente encontra ao longo de outras cidades de nosso Estado. Agente encontra ela em sua loja, uma galeria muito bonita no centro de Sertânia, próximo a caixa econômica federal, dando acabamento em suas peças e criando a sua arte tão bela. Ela pinta os Santinhos, faz arranjos belíssimos e possui uma técnica especial que dá graça e beleza especial em tudo que põe a mão.
Viveu grande parte de sua vida ao lado de seu companheiro Severino Missena, político atuante deste município falecido há dezenove anos. Eliza foi conselheira tutelar da cidade e hoje atua no grupo da boa idade com um belo sorriso nos lábios e muita sabedoria e generosidade para distribuir com quem lhe dedicar à necessária atenção. Ela viveu os melhores momentos de sua vida em sua cidade querida e participou de todo movimento literário de poesia e de teatro.
Conheceu Pinto do Monteiro e destas lembranças fala com saudade. O velho Pinto do Monteiro morou na Av. Guararapes em Sertânia de 1975 a 1982 e ia sempre a sua casa, pois era bom companheiro de seu marido que era parceiro de lorota e de um aperitivo ao fim da tarde. Certa vez alguém disse que Pinto era bom Poeta , mas não tinha mais “peito”(voz) o poeta retrucou animadamente dizendo que conhecia uma porca cheia de peito , que porém nunca passou de uma porca. Outra vez vendeu a Missena seu velho violão para completar o dinheiro que compraria a sua ultima viola. Este violão Eliza guarda com carinho em seu atelier, disse ainda a de forma poética “Pense numa troca boa, troquei um homem (um violão) por uma mulher (uma viola) e ainda voltei dinheiro”.
A artesã Eliza Freire é meiga e educada, pessoa inteligente, que uma vez provocada demonstra um enorme conteúdo cultural, e como todo bom Sertanejo que se presa, tem na sua boa formação educacional o seu maior orgulho. Para mim foi um prazer conhecê-la e mostrar para os leitores deste blog Pernambuco esta jóia rara de nossa cultura...
Viveu grande parte de sua vida ao lado de seu companheiro Severino Missena, político atuante deste município falecido há dezenove anos. Eliza foi conselheira tutelar da cidade e hoje atua no grupo da boa idade com um belo sorriso nos lábios e muita sabedoria e generosidade para distribuir com quem lhe dedicar à necessária atenção. Ela viveu os melhores momentos de sua vida em sua cidade querida e participou de todo movimento literário de poesia e de teatro.
Conheceu Pinto do Monteiro e destas lembranças fala com saudade. O velho Pinto do Monteiro morou na Av. Guararapes em Sertânia de 1975 a 1982 e ia sempre a sua casa, pois era bom companheiro de seu marido que era parceiro de lorota e de um aperitivo ao fim da tarde. Certa vez alguém disse que Pinto era bom Poeta , mas não tinha mais “peito”(voz) o poeta retrucou animadamente dizendo que conhecia uma porca cheia de peito , que porém nunca passou de uma porca. Outra vez vendeu a Missena seu velho violão para completar o dinheiro que compraria a sua ultima viola. Este violão Eliza guarda com carinho em seu atelier, disse ainda a de forma poética “Pense numa troca boa, troquei um homem (um violão) por uma mulher (uma viola) e ainda voltei dinheiro”.
A artesã Eliza Freire é meiga e educada, pessoa inteligente, que uma vez provocada demonstra um enorme conteúdo cultural, e como todo bom Sertanejo que se presa, tem na sua boa formação educacional o seu maior orgulho. Para mim foi um prazer conhecê-la e mostrar para os leitores deste blog Pernambuco esta jóia rara de nossa cultura...
Bruno de Sertânia
Bruno é um jovem talentoso da cultura Pernambucana. È um daqueles artistas que buscam um lugar no cenário da cultura. Trabalha todos os dias na Secretaria de Cultura do Município de Sertânia no Sertão de nosso estado.
Dá gosto dever o amor e o cuidado que ele tem com a sanfona de oitenta baixos, onde faz deslizar cuidadosamente os dedos retirando as harmonias que irão embalar as belas canções que excuta. Ele tem o seu trio pé de serra na linguagem gonzaguiana, sanfona triangulo e zabumba, que resgata o autentico forró de nossa terra. Meu amigo e parceiro Marcos escritor, jornalista deste blog, me chamou esta manhã de “caixeiro viajante da poesia” e me sinto muito honrado com a honraria, pois tenho o prazer de viajar, conhecer e divulgar pessoas como Bruno de Sertânia que, a simplicidade e a força do povo Sertanejo no encha de cultura.
Que Deus faça chover em Sertânia. Chuva fina para fazer crescer o pasto e a vegetação e aumentar a oferta de alimentos e chuva de recursos financeiros para alimentar a esperança de tantos artistas que encontrei no Sertão! (041.87.9129.9949)
Dá gosto dever o amor e o cuidado que ele tem com a sanfona de oitenta baixos, onde faz deslizar cuidadosamente os dedos retirando as harmonias que irão embalar as belas canções que excuta. Ele tem o seu trio pé de serra na linguagem gonzaguiana, sanfona triangulo e zabumba, que resgata o autentico forró de nossa terra. Meu amigo e parceiro Marcos escritor, jornalista deste blog, me chamou esta manhã de “caixeiro viajante da poesia” e me sinto muito honrado com a honraria, pois tenho o prazer de viajar, conhecer e divulgar pessoas como Bruno de Sertânia que, a simplicidade e a força do povo Sertanejo no encha de cultura.
Que Deus faça chover em Sertânia. Chuva fina para fazer crescer o pasto e a vegetação e aumentar a oferta de alimentos e chuva de recursos financeiros para alimentar a esperança de tantos artistas que encontrei no Sertão! (041.87.9129.9949)
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