terça-feira, 30 de novembro de 2010

Cobra cordelista no Colégio Zequinha Barreto


Era a feira de conhecimentos da Escola Zequinha Barreto e a convite da direção da escola e da professora Paula, fui lá conhecer esta meninada que eu quero tanto bem. E torço pelo seu sucesso em qualquer lugar deste meu país.

Alguns por ser muito longe torna-se difícil ir até eles, mas de longe fico feliz com a vitória de cada um. Como para Deus não é impossível, agente um dia se encontra, por enquanto vou contando causos e encurtando caminhos e em um destes becos da vida agente se encontra.

Cobra Cordelista.









Cobra Cordelista na Universidade Federal de Vitória de Santo Antão


A convite da professora Zélia, secretaria de educação de Carpina, visitei a Universidade Federa de Vitória de Santo Antão e depois de realizar show com os estudantes no palco, fui á uma palestra desta grande Mestra da educação, aprendi muito com uma pessoa tão comprometida com a educação inclusiva, os relatos de sua experiência como gestora são de emocionar qualquer um.

A professora da turma era a Beatriz, declamei filho agente não enjeita e fiz uma bela amizade com professores e alunos desta universidade, um dia agente se encontra de novo um beijo no coração de todos vocês.

Cobra Cordelista.








segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Outras Histórias de Assombrações


Cabra Cabriola


Conta a lenda que era um enorme monstro, de dentes agudíssimos, que soltava fogo pelas narinas e pela boca. Em suas investidas noturnas, procurava entrar nas casas para devorar os meninos que encontrava. Existem vários contos populares cujo personagem central é a Cabra Cabriola. O mais famoso em Pernambuco data de meados do século XIX e diz mais ou menos assim:


Existia uma mulher, mãe de três crianças pequenas, que sempre saía à noite em busca de meios para sustentar seus filhos. Ao sair, ela recomendava às crianças que tomassem cuidados com monstros, que não abrissem a porta para ninguém até ela voltar. E, assim, os meninos costumavam fazer: só abriam a porta quando a mãe retornava e, com sua voz familiar, pedia aos filhos que a abrissem.

Certa noite, a Cabra Cabriola chegou à casa dessa mulher, bateu à porte e, falando como se fosse a mãe das crianças, pediu que a deixassem entrar. O disfarce, porém, não foi perfeito, visto que a Cabra Cabriola não modificou o timbre de sua voz grossa e horrível. Os meninos perceberam que não se tratava da mãe deles e não abriram a porta. A Cabra Cabriola, então, foi embora prometendo, baixinho, voltar.

Semanas depois, a Cabra Cabriola voltou à casa daquelas três pobres crianças. Mas, desta vez não bateu à porta, ela ficou escondida aguardando o retorno da mãe das crianças, com o seguinte objetivo: conhecer o timbre da voz da mulher e aprender todos os termos usados por ela para chamar os filhos. Era a preparação para a grande e certeira investida que realmente aconteceria.

No dia seguinte, a Cabra Cabriola foi à oficina de um ferreiro e mandou que ele batesse a língua dela na bigorna, para que o timbre de sua voz, antes grossa e horrível, ficasse bem parecido com o da voz da mulher. À noite, a Cabra Cabriola esperou que a mãe das crianças saísse e completou o seu terrível plano: bateu à porta, imitando em tudo o chamado da mulher: "Filhinhos, filhinhos..."


Crentes que era a mãe delas, as crianças abriram a porta e foram todas devoradas pela Cabra Cabriola.


Chora Menino

Praça situada no final da Rua Manoel Borba, na Boa Vista, é um dos mais famosos lugares mal-assombrados do Recife. Antigamente, o local era denominado Mondego e tinha ali uma capelinha.


Durante a revolta militar conhecida como Setembrizada, que eclodiu entre os dias 14 e 16 de setembro de 1831, cerca de 300 soldados se amotinaram ali e foram massacrados por tropas leais ao governo.


A maioria desses soldados foi sepultada ali mesmo no local da carnificina e, a partir daquela data, quem passasse pelo local ouvia gemidos e choros que seriam dos filhos dos soldados lamentando a morte dos seus pais.


A história desses choros e gemidos ganhou as ruas do Recife e, assim, a praça passou a ser chamada de Chora Menino, ao mesmo tempo em que ganhou fama de local mal-assombrado.

Cantigas de ninar



Quem as vezes não sente vontade de voltar a ser criança para poder, dentre outras coisas, dormir ao doce e suave canto de ninar, mesmo sendo a canção do temível boi da cara preta? Muito embora não se tenha conhecimento de como, quando e onde surgiu a primeira cantiga de ninar, acredito que tenha sido junto com o surgimento da primeira mãe.

No começo, não passava de uma simples melodia rudimentar, um rum-rum-rum. Aos poucos a coisa foi evoluindo para frases soltas e ritmadas até chegar ao que conhecemos hoje, com versos inocentes que abordam geralmente temas religiosos, folclóricos ou fatos do cotidiano.

Como acontece em praticamente todas as manifestações culturais correntes no Brasil, a cantiga de ninar também teve origens portuguesas, africanas e indígenas. Dessa forma, houve misturas e adaptações entre cada uma delas. A melodia e letra da cantiga portuguesa sofreu alterações quando cantadas pelas escravas ou índias e vice-versa. Isso explica em parte, as diferentes versões para a mesma cantiga de região para região no Brasil. Um bom exemplo disso aconteceu nessa cantiga de origem portuguesa:

"Vai-te, Côca, vai-te, Côca, Prá cima do telhado
Deixa dormir o menino Um soninho sossegado."

Côca ou cuca - espécie de bicho imaginário criado e usado para fazer medo às crianças choronas continua apenas no Sul do país. No Nordeste foi substituída pelo pavão e no lugar de "para cima do telhado", nossa versão registra "sai de cima do telhado", imagine que em cima do telhado fica mais difícil para o menino poder dormir seu sono sossegado não é mesmo.

"Xô, xô, pavão
Sai de cima do telhado
Deixe meu filho dormir
Seu soninho sossegado."

Abaixo selecionei alguns acalantos exclusivos para ninar. Certamente você já dormiu ou fez alguém dormir com alguma delas. Se conhecer alguma que não esteja citada, basta enviar que publico. Cuidado para não confundir com cantigas populares, estas, já citei acima.

"Acordei de madrugada,
Fui varrer a Conceição,
Encontrei Nossa Sra
Com seu raminho na mão.
Eu lhe pedi um raminho,
Ela me disse que não,
Eu lhe tornei a pedir,
Ela me deu seu cordão.
Numa ponta Sto Antônio,
Noutra ponta São João,
No meio Nossa Sra
Com seu lencinho na mão.
Cala a boca, iaiazinha,
Que seu pai já vem já,
Já foi buscar timão de seda,
forrado de tafetá. "

"Boi, boi, boi
boi da cara preta
pega este menino
que tem medo de careta
Não, não, não
não coitadinho
ele está chorando
mas é tão bonitinho. "

"Tutu sossegue,
vá dormir seu sono
está com medo diga
qué dinheiro tome. "

"João Curutú
detrás do murundu
levai este menino
pra comer angu. "

"Nana, neném
que a cuca vem pegar
papai tá na roça
mamãe foi cozinhar."

"Dorme filhinho,
dorme meu amor,
que a faca que corta
dá talho sem dor."

"Não chore, meu menino,
não chore, meu amor
que a faca que corta
dá golpes sem dor. "

"O menino tem soninho,
e o seu sono não quer vir
venham os anjinhos do céu
ajudá-lo a dormir. "

"Sra Santana
Senhor São Joaquim
acalentai esse menino
que o sono não quer "vim"."

"Estava Maria
na beira do rio
lavando os paninhos
do seu bento filho.
A Sra lavava
São José estendia,
o Menino chorava
do frio que fazia."

"Embala, José, embala
que a Sra logo vem
foi lavar um cueirinho
no riacho de Belém."

"Maria e José
vão para Belém
levando o Menino
que eles querem bem."

"Dorme, dorme, meu filhinho
é noite, papai já veio
Teu maninho também dorme
embalado no meu seio.
Dorme, dorme, meu filhinho
que as aves já estão dormindo
E as estrelas cintilantes
Lá no céu estão luzindo
Anunciando que horas
o galo cucaricou
E lá na torre da igreja
a mesma hora soou. "

"Desce gatinho
de cima do telhado
que é pra ver se esse menino
dorme um sono sossegado
ô ô ô/ô ô ô a."

"Gatim marambaia
não vem assustar
que o pai do menino
já vem te matar. ô..."

sábado, 27 de novembro de 2010

A Princesa Encantada de Jericoacoara




Na cidade de Jericoacoara, no Ceará, diz a lenda que, debaixo do morro do farol local, existe uma linda princesa encantada, morando numa gruta, cheia de riquezas. Só se desencantará se alguém for sacrificado. A Princesa está transformada numa serpente, com a cabeça e os pés femininos. Faz-se uma cruz com o sangue humano no dorso da cobra. E ela voltará a forma humana para sempre.

Perto da praia, quando a maré está baixa, há uma furna onde só se pode entrar agachado. Esta furna de fato existe. Só se pode entrar pela boca da caverna, mas não se pode percorrê-la, porque, está bloqueada por um enorme portão de ferro.

A cidade encantada e a princesa estariam além daquele portão. A encantadora princesa está transformada, por magia, numa serpente de escamas de ouro, só tendo a cabeça e os pés de mulher.

De acordo com a lenda, ela só pode ser desencantada com sangue humano. Assim, no dia em que alguém for sacrificado junto do portão, abrir-se-á a entrada para um reino maravilhoso. Com o sangue será feita uma cruz no dorso da serpente, e então surgirá a princesa com toda sua beleza, cercada de tesouros inimagináveis, e a cidade com suas torres douradas, finalmente poderá ser vista. Então, o felizardo responsável pelo desencantamento, poderá casar com a princesa cuja beleza é sem igual nesse mundo.

Mas, como até hoje não apareceu ninguém disposto a quebrar esse encanto, a princesa, metade mulher, metade serpente, com seus tesouros e sua cidade encantada, continuam na gruta a espera desse "heroí".

Essas princesas-serpentinas são comuns no folclore nortista. Mário Melo fala da furna da Serra Talhada, em Vila Bela, Pernambuco, morada duma princesa, semelhante a esta.[1]

Princesas tornadas serpentes são vestígios do ciclo das Mouras na penísula ibérica. Em Portugal quase a totalidade das Mouras Encantadas vive sob a forma de serpentes. Nas noites de São João ou Natal, antes da meia-noite, voltam à forma humana, tornadas mulheres lindas, cantam, penteando-se com pentes de ouro. Ao seu lado pode-se ver a pele de serpente à espera do corpo para a continuação da maldição. O ferimento, mesmo diminuto, bastando apenas que derrame sangue, quebra o encanto. Aqui a lenda se assemelha com o mito da Cobra Norato, do Pará.


Informações Complementares:


Nomes comuns: Cidade encantada de Jericoacoara, A Princesa encantada do mesmo nome, O Reino Encantado, O Reino de Pedra Bonita.

Origem Provável: A tradição de Jericoacoara é legitimamente portuguesa e a princesa enfeitiçada é uma "moura", esquecida em seu castelo obscuro, guardando ouro, joias, pedrarias, barras de prata, montões de moedas, para o heroi audacioso que resolva lhe "quebrar" o encanto. Em toda a Europa e Ásia, existem relatos muito antigos de vários povos que falam de cidades encantadas, onde moram reis e princesas, outras vezes raças de inteligência superior.

Vinda da Europa, pelos espanhóis, havia a lenda que falava de um lugar maravilhoso que poderia estar oculto nas florestas virgens da América do Sul, onde as pessoas viviam eternamente. Se alimentariam da água da Fonte da Juventude eterna. Também os espanhóis acreditavam existir uma fenomenal cidade subterrânea com tesouros fabulosos, nas montanhas dos Andes, seu nome seria Cibola.

No estado de Pernambuco, na cidade de Serra Talhada, antiga Vila Bela, existe uma lenda parecida que também fala de uma gruta encantada onde mora uma princesa serpente. Outros afirmam que esta gruta, seria na verdade o Reino de Pedra Bonita, que ficava no sítio de Pedra Bonita, na mesma cidade, e onde viveu um povo muito místico e cruel.

Conta a lenda que para manter o reino encantado e oculto das vistas de curiosos, os habitantes locais sacrificavam crianças cujo sangue puro, mantinha sua invisibilidade. Se isto não fosse feito, o reino se desencataria e se tornaria visível. Naquele reino existiria uma fabulosa mina encantada de diamantes.

A Serpente, o animal sem idade, o animal sábio, é a forma preferida pela alta e velha magia árabe. As tradições orientais estão repletas de rainhas e princesas que vivem como grandes cobras, sujeitas a uma penitência cujo fim depende dum gesto humano e cavalheiresco.

Toda Europa conhece a tradição de Melusina, a fada amorosa da casa dos Lusignan. Filha da fada Pressina, Melusina se tornava serpente todos os sábados. Durante uma caçada, Raimondin, filho do conde de Forez, encontrou-a numa floresta do Poitou. Apaixonaram-se e se casaram. Melusina construiu milagrosamente o castelo de Lusignan. Viviam amorosamente. Nasceram oito filhos, fortes e belos mas portadores de anomalias.

Vriam, o primogênito, tinha a face mais larga do que longa e um olho era vermelho e o outro azul. Odon, o segundo, possuía orelhas enormes. Guion, o terceiro, apresentava os olhos colocados desigualmente. A face do quarto filho, Antônio, era marcada por uma garra de leão. Renault, o quinto, parecia um Ciclops, com seu único olho mas enxergava numa distância de vinte e uma léguas. Godofredo, o sexto, orgulhava-se de ter apenas um dente que lhe saía da boca mais de uma polegada. O sétimo tinha um nariz peludo como se fosse uma toupeira. O oitavo, não se sabe o nome, se tornou monge. Este possuía três olhos.

Melusina fizera o marido jurar que não a procuraria ver durante os sábados. Anos depois, tomado pela curiosidade, o fidalgo abriu um furo com a espada na porta do aposento onde a esposa se banhava. Viu-a como uma enorme e horrenda serpente. Gemendo de dor, Melusina desapareceu por uma janela. Nunca mais o marido tornou a vê-la. Fiel ao seu amor, cada vez que o castelo de Lusignan mudava de senhor, ou um dos chefes da família ia morrer, Melusina aparecia no alto das torres do castelo, chorando. Três dias depois voltava para anunciar a visita do anjo da morte.

Vê-se claramente, pelo exposto, porque a princesa de Jericoacoara ainda espera pelo seu Salvador, um homem sem medo e sem mácula, armado apenas de coragem e transbordando de amor.

Fonte:http://sitededicas.uol.com.br/folk20.htm

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Curiosidades do Nordeste




1 - Fundada em 1537, Recife é a mais antiga capital brasileira. Apesar de a vizinha Olinda ter sido a primeira capital da capitania de Pernambuco.

2 - O estado da Bahia é responsável por 95% da produção de cacau no Brasil.

3 - O carnaval na Bahia é comemorado desde o século XVIII.

4 - Dragão do Mar, símbolo da resistência popular cearense contra a escravidão.

5 - O América de Natal (RN) foi o primeiro clube a conseguir dois acessos consecutivos no Campeonato Brasileiro de Futebol. Esse feito foi conquistado com o acesso da Série C para Série B, em 2005 e da Série B para Série A em 2006.

6 - A Bahia é o estado que mais faz divisa com outras unidades da Federação, possuindo um total de oito estados limítrofes, a saber: Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Piauí (N); Minas Gerais e Espírito Santo (S); Goiás e Tocantins (O).

7 - A revista americana Newsweek escolheu, na edição de abril de 2001, 9 cidades de destaque no mundo que representam um novo modelo de Centro Tecnológico e que Campina Grande (Paraíba) está presente na lista? A única cidade escolhida da América Latina. Em 2003, mais uma menção foi feita à cidade: desta vez referenciada como o "Vale do Silício brasileiro", graças, além da high tech, às pesquisas envolvendo o algodão colorido ecologicamente correto. As 9 cidades escolhidas pela Newsweek foram: Akron (Ohio - EUA); Huntsville (Alabama - EUA); Oakland (Califórnia - EUA); Omaha (Nebraska - EUA); Tulsa (Oklahoma - EUA); Campina Grande (Paraíba - Brasil); Barcelona (Espanha); Suzhou (China); Côte d'Azur (França).

8 - Muitos ingleses da equipe de Albert Einstein lideradas por Sir Arthur Stanley Eddington que vieram comprovar a Teoria da Relatividade em Sobral não voltaram com a equipe, alguns ficaram e casaram, constituindo família na cidade, onde ainda hoje nota-se a presença de sobrenomes ingleses e traços britânicos em muitas famílias da região? Além de ruas e avenidas que homenageiam a esses cientistas que ajudaram no desenvolvimento da cidade.

9 - Teresina é a única capital da Região Nordeste que não se localiza no litoral.

Poesia: Sonhador




Sonhador
(Rafael Neto)


Você já me disse que não vai ser minha
Mas no meu sonho eu posso te amar
Ai quem me dera um sono profundo
Para eu viver, somente a sonhar
Mesmo que o sonho seja uma ilusão
Mas se você for a minha paixão
Eu nunca mais, queria acordar.

Eu tive um sonho inacreditável,
Mas isso é verdade pode acreditar
Que eu fui ao céu e peguei um pedaço
De uma estrela que estava a brilhar
Fiz pra você um anel multicor
E você dizia foi o meu amor
Que tirou do céu pra me presentear.

Eu vou viver sonhando para te amar
Eu quero morrer sendo um sonhador
E se te amar não tiver perdão
Deus tenha pena, desse pecador
Porque esse amor não é impossível
E o impossível se torna possível
Se você der chance para o meu amor.


Fonte: http://nosbordoesdaviola.blogspot.com

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Artistas do Nordeste


Mestre Miro dos Mamulengos de Carpina, em Pernambuco. Carpina teve o mestre destes mestres de mamulengo, que é o mestre Sollon, já falecido. Tem Gilvam da Burrinha, que já postei anteriormente, e não dá pra ficar falando muito sobre o mestre Miro. È talentoso, simples e musical, dança com a boneca que é uma beleza, é criativo e o restante nosso blog vai lhe mostrar com as fotografias em seu atelier em Carpina.

Um Conselho venha até Pernambuco, pelo Frevo, pelo Maracatu, o carinho de nossa gente, a beleza das mulheres Pernambucanas, a beleza da nossa literatura inventada por Leandro Gomes de Barros, a literatura de cordel, qualquer motivo, mas visite a nossa cultura.

E não deixe de conhecer o nosso artesanato, mais uma: obrigado de coração por acessar este blog, você é o nosso maior incentivo

..
Cobra cordelisra

Fone para shows: (081) 8649-6768 / 9947-5072













Pioneirismo Pernambucano



- O introdutor do uso de éter no Brasil foi o médico pernambucano Daniel Oliveira Barros de Almeida, que também organizou o primeiro fichário de anestesia no continente americano.

- O primeiro cardeal do Brasil foi o pernambucano Cardeal Arcoverde.

- O autor do primeiro compêndio brasileiro de teoria e prática do processo civil comparado com o comercial foi o pernambucano Francisco de Paula Baptista.

- Um dos primeiros engenheiros calculistas da estrada Rio-Niterói foi o pernambucano Joaquim Cardozo, que, aliás, também calculou Brasília.

- O criador e mais importante autor do moderno teatro brasileiro foi o recifense Nelson Rodrigues.

- A mais antiga igreja do Brasil, a dos Santos Cosme e Damião, está no município pernambucano de Igarassu.

- O poeta recifense Solano Trindade, fundador do Teatro Popular Brasileiro, é considerado o criador da poesia verdadeiramente negra do Brasil.

- Os primeiros estudos sobre a Costa brasileira foram realizados pelo pernambucano Manuel Antônio Vital de Oliveira, hidrógrafo-padrão da Marinha do Brasil.

- A primeira comédia escrita por um brasileiro (representada em teatro, em 1780) é de autoria do pernambucano Luís Alves Pinto.

- Diretor da Biblioteca Nacional entre 1900 e 1924, o pernambucano Manuel Cícero Peregrino da Silva foi pioneiro no Brasil em planejamento de documentação bibliográfica e na formação de bibliotecários.

- O pioneiro da comunicação visual no Brasil foi o pernambucano Aloísio Magalhães.

- Quem estabeleceu os primeiros contatos amigáveis com os índios Xavantes foi o sertanista Francisco Meireles, pernambucano.

- O introdutor, no Brasil, dos métodos da chamada Escola Nova (1900) foi o pernambucano Antônio Carneiro Leão.

- O autor de "História Sincera da República", marco da historiografia marxista no Brasil, é o pernambucano Leôncio Basbaum.

- A primeira Assembléia Legislativa da América do Sul foi criada em Pernambuco (Domínio Holandês).

- Autor do livro "Casa Grande & Senzala", o escritor pernambucano Gilberto Freyre é considerado o pai da sociologia brasileira.

- O criador do primeiro mural de arte abstrata da América Latina foi o pintor pernambucano Cícero Dias.