quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Estudo para cordel: sertão de vaqueiros, berrantes e aboios


Por Rangel Alves da Costa*


Num sertão de mataria, de pega de boi e correria, o sertanejo quando acorda, olha o mundo e o que lhe aborda e mesmo que tudo esteja triste, pois o verde não mais existe, a seca inclemente persiste e a esperança quase desiste, ainda assim surge um alegrar, nos olhos vem um brilhar, chamando à luta pra vaqueirar.

São vaqueiros desse mundão, do destino no sertão, do café sem ter o pão, do problema sem solução, da promessa e decepção. Vaqueiros de tudo que há, desde a casinha de morar, no cercado de roçar, da vida além a lhe chamar para o rico vaqueirar. Vaqueiros de mulher e filhos, desse trem sem ter mais trilhos, da escuridão onde era brilho.

O que vejo nesse sertão chega parece ilusão, mas logo me vem na memória vaqueiros numa história, de ontem e de então. Tantos cordelistas vaqueiros, que nas terras do cordel foram os primeiros a cantar a solidão desse viver no sertão, por ter tudo e nada ter, a não ser a galhardia de aboiar noite e dia pra vida ter alegria.

Então vejo Leandro Gomes de Barros aboiando, João Firmino acompanhando, Melquíades Ferreira da Silva com o seu pavão pavoneando, João Camelo lhe desafiando, Cego Aderaldo violando, Otacílio Batista versejando, Zé da Luz apaixonado, soltando um aboio exaltado, chamando a compadria para ouvir seu novo verso, então se forma um universo de cordelistas em euforia.

Gonçalo Ferreira da Silva apressado vai chegando acompanhado de um Moreira de Acopiara exaltado. Cada um traz seu berrante, pelas costas um embornal, dizendo ter uma notícia que nunca se viu igual e espalham em todo canto tanto verso e tanto encanto que Rouxinol de Rinaré passa mal com tal espanto. E todos puderam ver, sem acreditar nem crer a nata do cordel com a chama a lhes acender.

E que nunca leu, ouviu falar ou se deu a cordel daquela altura, da mais alta literatura escrita com tanta invenção e bravura: "Sofrimentos de Alzira", “Juvenal e o dragão”, “A moça que bateu na mãe e virou cachorra”, "Antônio Silvino", “O cachorro dos mortos” "Zé Bico Doce”, "Os Cabras de Lampião", "Pavão Misterioso”, “História da princesa da Pedra Fina”, “Batalha de Oliveiros com Ferrabraz”, "Vaqueiro Damião", “A chegada de Lampião no inferno”, dentre muitos outros do cordel eterno.

Em muitos desses livretos, como versos em sonetos, o artista que é vaqueiro fala de outro companheiro, cabra mais que cabreiro, na sua arte o mais ligeiro, para mostrar que o vaqueiro da raça é o primeiro. Sertão sem vaqueiro existe não, é missa sem o sermão, é cantoria sem violão. E aquele que tange gado, pega boi desesbestado, corre em cavalo malvado, salta cerca e pula estrado, não faz só por profissão, pois além da precisão é catingueiro de coração.

O cordel canta o vaqueiro como a chama do isqueiro, dando toda importância ao sertanejo verdadeiro. Vaqueiro de pega-de-boi, de vaquejada, de estrada com a boiada, homem que corta invernada para o rebanho juntar, e vai chegar onde ele tá nem se quipá lhe furar. Vaqueiro com seu gibão, seu selim, seu alazão, seu embornal e seu chão, cara marcada pelo lanhão, necessitado de proteção na vaqueirama como missão.

Bicho conhece vaqueiro, basta ouvir o berrante e some no mato ligeiro. Treiteiro é da boiada o boiadeiro. Cada berro que ele dá não é só gado alertar, mas dizer a natureza que ela tenha a gentileza de deixar ele passar, não ponha toco no meio, deixe o cipó mais alheio e tire tudo que for feio para o cavalo passar, pois a pata que corta chão necessita do clarão da mata para avançar.

Vaqueiro que sai cedinho, fala com o sertão de mansinho, e depois de fazer carinho à natureza ao redor vai pro mundo e não vai só, pois leva o de melhor que é a esperança de voltar, por isso faz seu rezar para à noitinha avistar a filharada a lhe abraçar. E quando chega feliz, salvo que foi por um triz, vai tomar uma golada de pinga com raiz misturada, que é pro sangue acalmar, pra o vaqueiro relaxar e começar a aboiar.
E no descampado sertanejo, surgido como um lampejo ecoa um som pelo ar, primeiro vem o berrante depois o vaqueiro a aboiar. O aboio é canto triste, magoado por demais, cantado dolemetente, o vento lembrança traz, de amor e de boiada, de tudo que satisfaz.

No aboio de Seu Leonel: “Vaqueiro que é vaqueiro/ Amansa o gado e quer bem/ Todo dia vai ao campo/ E conta a boiada que tem/ Quem não gostar de vaqueiro/ Não gosta de mais ninguém/ Oh! Festa de gado! Êh, boi!”.

No aboio de Zé Preto:

“Brinco com touro valente/ Lembrando de tu menina/ Qualquer coisa de amor/ Que tu subé, tu me ensina/ Eu morro por ter respeito/ Outra coisa eu não aceito/ Que teus olho me domina/ Êi, boi!”.
No aboio que o cordelista Zé da Luz escreveu: “Minha fama de vaquêro/ Fez inveja a cantado/ Aos mais grande violêro!/ Pois se êles tinha as viola/ E trazía nas cachóla,/ O dom da impruvisação/ Eu dibáxo dêsses couro/ Tinha um violão sanôro/ Parpitando de emoção!/ O violão do meu peito/ Nas corda do coração!/Quando meu peito aboiava/ A naturêza iscutáva/ Num ato de cuntrição!”.

Ou ainda no aboio cantado por Luiz Gonzaga em homenagem ao grande vaqueiro Raimundo Jacó:

“Numa tarde bem tristonha/ Gado muge sem parar/ Lamentando seu vaqueiro/ Que não vem mais aboiar/ Não vem mais aboiar/ Tão dolente a cantar/ Tengo, lengo, tengo, lengo,/ tengo, lengo, tengo/ Ei, gado, oi/ Bom vaqueiro nordestino/ Morre sem deixar tostão/ O seu nome é esquecido/ Nas quebradas do sertão/ Nunca mais ouvirão/ Seu cantar, meu irmão/ Tengo, lengo, tengo, lengo,/ tengo, lengo, tengo/ Ei, gado, oi/ Sacudido numa cova/ Desprezado do Senhor/ Só lembrado do cachorro/ Que inda chora/ Sua dor/ É demais tanta dor/ A chorar com amor/ Tengo, lengo, tengo, lengo.../ Ei, gado, oi!”


Poeta e cronista
e-mail: rangel_adv1@hotmail.com
blograngel-sertao.blogspot.com

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Dialetos do Brasil




Saiba como surgiram as diferenças regionais do português brasileiro:

1) Tupi importado: A Amazônia fala de um modo bem diferente do vizinho Nordeste. A razão para isso é que lá quase não houve escravidão de africanos. Predominou a influência do tupi, língua que não era falada pelos índios da região, mas foi importada por jesuítas no processo de evangelização.

2) Minha tchia: O litoral nordestino recebeu muitos escravos negros, enquanto o interior encheu-se de índios expulsos da costa pelos portugueses. Isso explica algumas diferenças dialetais. No Recôncavo Baiano, o "t" às vezes é pronunciado como se fosse "tch". É o caso de "tia", que soa como "tchia". Ou de "muito", freqüentemente pronunciado "mutcho'". No interior, predomina o "t" seco, dito com a língua atrás dos dentes.

3) Maternidade: A exploração do ouro levou gente do Brasil todo para Minas no século XVIII. Como toda a mão-de-obra se ocupava da mineração, foi necessário criar rotas de comércio para importar comida. Uma delas ligava a zona do minério com o atual Rio Grande do Sul, onde se criavam mulas, via São Paulo. As mulas, que não se reproduzem, eram constantemente importadas para escoar ouro e trazer alimentos. Também espalharam a língua brasileira pelo centro-sul.

4) Chiado europeu: Quando a família real portuguesa mudou-se para o Rio, em 1808, fugindo de Napoleão, trouxe 16.000 lusitanos. A cidade tinha 50 mil habitantes. Essa gente toda mudou o jeito de falar carioca. Data daí o chiado no "s", como em "festa", que fica parecendo "feishta". Os portugueses também chiam no "s".

5) Tu e você: Os tropeiros paulistas entraram no Sul no século XVIII pelo interior, passando por Curitiba. O litoral sulista foi ocupado pelo governo português na mesma época com a transferência de imigrantes das Ilhas Açores. A isso se deve a formação de dois dialetos. Na costa, fala-se "tu", como é comum até hoje em Portugal. No interior de Santa Catarina, adota-se o "você", provavelmente espalhado pelos paulistas.

6) Porrrrta: Até o século passado, a cidade de São Paulo falava o dialeto caipira, característico da região de Piracicaba. A principal marca desse sotaque é o "r" muito puxado. A chegada dos migrantes, que vieram com a industrialização, diluiu esse dialeto e criou um novo sotaque paulistano, fruto da combinação de influências estrangeiras e de outras regiões brasileiras.

Dialeto: variedade regional ou social de uma língua; linguajar ( Novo Dicionário Básico da Língua Portuguesa - Folha/Aurélio, 1994/1995, p. 220).

Na "Nova Gramática do Português Contemporâneo" (Celso Cunha e Lindley Cintra), Antenor Nascentes distingue dois grupos de dialetos brasileiros - o do Norte e o do Sul - ocorrendo subdivisões:
a) Dialetos do Norte: o amazônico e o nordestino;
b) Dialetos do Sul: o baiano, o fluminense, o mineiro e o sulista.

Fonte: Super Interessante

sábado, 22 de janeiro de 2011

Os repentistas de Portugal




Desgarrada Portuguesa”. A Desgarrada é um estilo cultural praticado pelos amigos patrícios bem parecido com os moldes do Repente que é praticado no nordeste. Vamos entender um pouco as origens dessa manisfestação lusitana.

Os repentistas e as desgarradas, tiveram origem nos trovadores da corte, quando as suas obras começaram a ser absorvidas pelo povo. Nasceu, então, uma classe de trovadores populares que viviam animando festas e romarias com os seus cantares. Davam-lhe um mote e ele compunha, de improviso, quadras quase sempre brejeiras ou com crítica social. Inicialmente, era só um elemento mas a necessidade de encontrar conteúdos, fez com que, em breve, andassem aos pares. Assim, um podia dar ao outro o mote para a próxima quadra.

Daí nasceu a designação de "Desgarrada" ( por ser imprevisível ) e de "cantigas-ao-desafio" ( por ser uma luta de palavras). Com o passar do tempo, esses repentistas também se modernizaram e hoje não se fazem acompanhar só de viola. Se pitou curiosidade de saber como feito o repente em Portugal é só conferir.

Convite à Desfolhada
(Domínio Popular)

Há dias fui convidado
Para ir a uma desfolhada
Para cantar e dançar
Pôr toda agente animada

Eu, também, fui convidado
Para ir desfolhar as espigas
Muito bem acompanhado) repete
Por bonitas raparigas

Foste convidado, sim,
Disso eu sou testemunha
Lá só havia homens
Mulheres não vi nenhuma

Meu Deus, que grande mentira!
Não sei porque és assim
Estava tudo zangado
Por elas só me quererem a mim

Só por seres mentiroso
Quem mente tem pouca sorte
As mulheres na desfolhada
Eram todas de saiote

Eu até me matava
Ai, se fosse como tu
Eu a desfolhar as espigas
E tu a metê-las no cesto

Estavas bem acompanhado
Mas que rico par, tão belo
De tanto escumares a espiga)repete
Ainda estás amarelo

Da espiga nasce o milho
Do milho se faz farinha
Não queiras experimentar
Uma espiga como a minha

Acabou a desfolhada
Depois de muito cansaço
Terminou a desgarrada
Quero te dar um abraço.
Eu, também, lhe mando.

Quero ouvir? Então click aqui

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

O NOSSO NELSÃO TRIUNFO EM AÇÃO



Parte integrante do Circuito Brasileiro de Festivais Internacionais de Dança, evento realizado pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria e Fundação de Cultura, traz atrações nacionais e internacionais. O encontro tornou-se um espaço de diálogo sobre criação, exibição, difusão e organização na área da dança, através da realização de cursos e lançamentos de livros.

O Festival - que tem patrocínio da Petrobrás desde 2007 - já se consolidou como uma das amostras de dança mais importantes do Brasil, e este ano traz nomes de destaque como Antonio Nóbrega; Trisha Brown: Grupo Grial; Yann Marussich e ainda Carolyn Carlson - companhia de dança americana radicada na França.

A programação se espalhará por seis teatros da cidade: Teatro Santa Isabel, Teatro Apolo, Teatro Hermilo, Teatro Marco Camarotti, Teatro Barreto Jr e Teatro do Parque. Como é de praxe, os espaços externos também serão contemplados com shows: Pátio São Pedro, Rua da Moeda, Praça Tertuliano Feitosa no Hipódromo e Mercado Eufrásio Barbosa em Olinda, além da Livraia Cultura e do MAMAM. É aí que acontecem os grandes shows de hip hop com Nelson Triunfo.

Lembramos aos nossos estimados leitores e conterrâneos interioranos dos mais diversos municípios e regiões do Estado que estejam nesta sexta-feira 15, na Capital e Região Metropolitana, a aguardada apresentação do triunfense com renome nacional na modalidade "hip hop", NELSON TRIUNFO como uma das atrações homenageadas neste 15º Festival Internacional de Dança do Recife, a partir das 20 h.
No próximo 30.10, sábado, o destacado artista pernambucano que despontou em São Paulo e lá se encontra radicado faz anos, NELSÃO, cantor, compositor, músico e dançarino, estará se apresentando, desta vez com a sua banda, às 21 h, na Rua da Moeda, Recife Antigo, a pedido da imensa galera que admira a sua performace, curte o seu som energético e reverencia a sua irreverência, além de preservar a originalidade do movimento negro.

NELSON TRIUNFO, possui uma vasta trajetória de experiência internacional, incluse com cinco encontros com o lendário vocalista James Brown, a primeira delas em 1978, sempre com o Mr. Dinamite lhe apelidando de "Sheriff".

Esse sertanejo é um sucesso! Compareçam! Prestigiem!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Cobra Cordelista na Manjedora da cantoria de Viola


Meu amigo Naldo, gerente da pousada do falecido Crispim em frente ao posto me mostrando a região com muito conhecimento. Visitamos também o pico do Jabre em Matureia o ponto mais alto da Paraíba com 888 metros. Magali me contando a história do Teixeira com detalhes e aí conheci Tadeu do Jornal da Serra que infelizmente esqueci de fotografá-lo de perfil.


Nosso blog vai mostrando as belezas do Teixeira, sua história e sua gente.


Cobra Cordelista.













Parte II e III do voce sabia




II - O QUE SEMPRE NOS PERGUNTAM:

As Sete Maravilhas do Mundo Antigo:

1 - A Pirâmide de Queops
2 - Os Jardins Suspensos da Babilônia
3 - O Mausoléu de Helicarnasso (também conhecido como O Túmulo de Mausolo em Éfeso)
4 - A Estátua de Zeus, de Fídias
5 - O Templo de Artemisa (ou Diana)
6 - O Colosso de Rodes
7 - O Farol de Alexandria

III - VOCÊ SABIA...?!

1 - Durante a Guerra de Secessão (separação), quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem nenhuma baixa, escreviam numa placa imensa: "O Killed" (zero mortos). Daí surgiu a expressão O.K. Para indicar que tudo está bem.

2 - Nos conventos, durante a leitura das Escrituras Sagradas, ao se referir a São José, diziam sempre "Pater Putativus", (ou seja: "Pai Adotivo") abreviando em "P.P ". Assim surgiu a idéia, nos países de colonização espanhola, de chamar os Josés de " Pépe".

3 - Cada rei no baralho representa um grande Rei/Imperador da história:
Espadas: Rei David (Israel)
Paus: Alexandre Magno (Grécia/Macedônia)
Copas: Carlos Magno (França)
Ouros: Júlio César (Roma)

4 - No Novo Testamento, no livro de São Mateus, está escrito "é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha que um rico entrar no Reino dos Céus"... O problema é que São Jerônimo, o tradutor do texto, interpretou a palavra " kamelos" como camelo, quando na verdade, em grego, " kamelos " são as cordas grossas com que se amarram os barcos. A idéia da frase permanece a mesma, mas qual parece mais coerente?

5 - Quando os conquistadores ingleses chegaram à Austrália, assustaram-se ao ver uns estranhos animais que davam saltos incríveis. Imediatamente chamaram um nativo (os aborígenes australianos eram extremamente pacíficos) e perguntaram qual o nome do bicho. O índio sempre repetia "Kan Ghu Ru" , e portanto o adaptaram ao inglês, "kangaroo" (canguru). Depois, os lingüistas determinaram o significado, que era muito claro: os indígenas queriam dizer: "Não te entendo"

6 - A parte do México conhecida como Yucatán vem da época da conquista, quando um espanhol perguntou a um indígena como eles chamavam esse lugar, e o índio respondeu "Yucatán". Mas o espanhol não sabia que ele estava informando "Não sou daqui".

7 - Existe uma rua no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristovão, chamada "PEDRO IVO ". Quando um grupo de estudantes foi tentar descobrir quem foi esse tal de Pedro Ivo, descobriram que na verdade a rua homenageava D. Pedro I, que quando foi rei de Portugal, foi aclamado como "Pedro IV" (quarto). Pois bem, algum funcionário da prefeitura, ao pensar que o nome da rua foi grafado errado, colocou um "O" no final do nome. O erro permanece até hoje.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Poeta Cobra Cordelista na Terra de Zé Limeira e de Romano do Teixeira, onde nasce a cantoria de Viola

Nas fotos o museu da cidade, contando cento e cinquenta anos de história, tudo sob a orientação de Magali Dantas que conta com carinho e com muito conhecimento a história do Teixeira, conhecendo com detalhe cada um de seus personagens. Sendo Teixeira na Paraíba, uma cidade ordeira de um povo de muita devoção. A igreja é muito linda e bem cuidada e muito bem frequentada pelos fies praticantes do cristianismo.

Na viagem minha mulher a Nete, Eduardo meu filho, meu sobrinho Den, Laiara Dantas, uma linda Sertaneja de 15 anos nos mostrava sa belezas do Sertão, ao lado de uma amiga sua de Maceió que não lembro agora o nome, mas lembro de sua generosa atenção conosco.

Cobra Cordelista.

Vejam as fotos logo a baixo:











Cordel Publicados Por Cobra Cordelista

Atendendo a Kidelmir de Mossoró do Rio Grande do Norte venho nomear alguns Títulos em Cordel Publicados Por Cobra Cordelista que estão a disposição para venda por apenas R$ 2,00 mais despesas postais




Nequim e as armadilhas do amor /editora Coqueiro

Eleição no Reino do Faz de Conta/Editora Coqueiro

O poeta e a lagoa que chora/Editora Coqueiro

Pontal de Serrambi/Editora Coqueiro

Dom Helder O Dom da Paz/ Editora Coqueiro

Padre Ramiro o Pacificador/Editora Coqueiro

Ribeirão a princesa dos canaviais/Editora Coqueiro

Cabo de Santo Agostinho sua História e Tradição/Editora Coqueiro

Jaboatão dos Guararapes de ontem e de Hoje/Editora Coqueiro

Filho agente não enjeita /Editora Coqueiro

Quase Perdida/Editora Coqueiro

As aventuras de Zé e Crisbela no Centenário do Frevo do Recife /Editora Coqueiro

Nordeste Caboclo/Editora Coqueiro

afrodescendencia/Editora Coqueiro

O povo quer ninguém segura/Editora Coqueiro

O sabiá e o Gavião /Editora Coqueiro

A Eleição de Maneco/Editora Coqueiro

A Revolta das Aves/Editora Coqueiro


Para adquirir entre em contato com o autor:

Você sabia I




Os Sete Pecados Capitais:

Gula, Avareza, Soberba, Luxúria, Preguiça, Ira e Inveja.

Os Dez Mandamentos:

1º - Amar a Deus sobre todas as coisas
2º - Não tomar o Seu Santo Nome em vão
3º - Guardar domingos e dias de festa
4º - Honrar pai e mãe
5º - Não matar
6º - Não pecar contra a castidade
7º - Não furtar
8º - Não levantar falso testemunho
9º - Não desejar a mulher do próximo e
10º - Não cobiçar as coisas alheias.

Os Três Reis Magos:

1 - O árabe Baltazar: Trazia incenso, significando a Divindade do Menino Jesus.
2 - O indiano Belchior: Trazia ouro, significando a Sua Realeza.
3 - O etíope Gaspar: Trazia mirra, significando a Sua Humanidade.

Os Doze Apóstolos:

1 - Simão Pedro
2 - Tiago (o maior)
3 - João
4 - Filipe
5 - Bartolomeu
6 - Mateus
7 - Tiago (o menor)
8 - Simão
9 - Judas Tadeu
10 - Judas Iscariotes
11 - André
12 - Tomé

Após a traição de Judas Iscariotes, os outros onze apóstolos elegeram Matias para ocupar o seu lugar.

Os Doze Profetas do Antigo Testamento:

1 - Isaías
2 - Jeremias
3 - Jonas
4 - Naum
5 - Baruque
6 - Ezequiel
7 - Daniel
8 - Oséias
9 - Joel
10 - Abdias
11 - Habacuque
12 - Amós

Os Sete Sábios da Grécia Antiga:

1 - Sólon
2 - Pítaco
3 - Quílon
4 - Tales de Mileto
5 - Cleóbulo
6 - Bias
7 - Períandro

As Musas da Mitologia Grega:
(a quem se atribuía a inspiração das ciências e das artes)

1 - Urânia (astronomia)
2 - Tália (comédia)
3 - Calíope (eloqüência e epopéia)
4 - Polímnia (retórica)
5 - Euterpe (música e poesia lírica)
6 - Clio (história)
7 - Érato (poesia de amor)
8 - Terpsícore (dança)
9 - Melpômene (tragédia)

As Sete Cores do Arco-íris:

Vermelho, Laranja, Amarelo, Verde, Azul, Anil e Violeta.