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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Velhice, Velhos: provérbios, ditos


Velhice, Velhos: provérbios, ditos do livro Velhos & Jovens: uma folclórica rivalidade


Com relação aos idosos, a rivalidade ou gozação vem de muito longe. E tanto é assim que a sabedoria popular registra provérbios antiquíssimos, chegados até nós através da colonização portuguesa e, enquanto alguns perderam sua atualidade, outros continuam participando da linguagem popular brasileira ainda com a mesma força, constando também das legendas escritas nos pára-choques dos caminhões.

Assim, a velhice "é um mal desejado", "é uma segunda meninice", "faz o homem prudente". E "a vida passada faz a velhice pesada", enquanto a "mocidade ociosa não faz velhice contente". No que diz respeito aos velhos, os provérbios são os mais variados possíveis e se contradizem no todo ou em parte.

*

Mais quero o velho que me ame do que o moço que me assombre.
*

Moça com velho casada, como velha se trata.
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Ainda que seja prudente, o velho não despreza conselho.
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Guarda moço, acharás velho.
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O moço por não querer e o velho por não poder deixam as coisas perder.
*

Perde-se o velho por não poder e o moço por não saber.
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Quem quiser ser muito tempo velho, comece-o a ser cedo.
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Quem em velho engorda, de boa mocidade se logra.
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0 velho e o peixe no sol aparecem.
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0 velho a estirar, o Diabo a enrugar
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Se queres viver são, faz-te velho antes do tempo.
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Homem velho, saco de azares.
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0 amor no velho traz culpa, mas no mancebo fruto.
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De velho, o conselho.
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0 velho muda o conselho.
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Em o velho e o menino o benefício é perdido.
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0 velho torna a engatinhar.
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Se queres bom conselho, pede-o ao homem velho.
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Vinho velho, amigo velho.
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Velho gaiteiro velho menino.
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Não há melhor espelho do que amigo velho.
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A velha galinha faz gorda a cozinha.
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Se o moço soubesse e o velho pudesse nada haveria que não se fizesse.
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Queda de velho não levanta poeira.
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Velho que se cura cem anos dura.
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Pai velho e mangas rotas, não é desonra.
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Come, menino e criar-te-hás; come, velho e viverás.
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Mal vai a corte onde o boi velho não tosse.
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A mula velha cabeçadas novas.
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Quem tem velho não tem novo.
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Tomar atalhos novos e deixar caminhos velhos.
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Carne nova de vaca velha.
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Velhos amigos, contas novas.
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0 moço dormindo, sara,- o velho, se acaba.
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0 velho e o forno pela boca se aquentam
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Velho na sua terra e o moço na alheia sempre mentem de uma maneira.
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Velho que não anda, desanda.
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Velhos são os trapos.
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Carreira de velho é choto.
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Velho que não adivinha não vale uma sardinha
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0 moço de bom juízo quando velho é adivinho.
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Arrenega ao velho que não adivinha.
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Não há moço doente nem velho são.
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Não diga ao velho que se deite nem ao menino que se levante.
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Velho não se senta sem "Ui!", nem se levanta sem "Ai!"
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Incha o menino para crescer e o velho para morrer.
*

Não há sábado sem sol. Nem jardim sem flores. Nem velhos sem dores. Nem moças sem amores.
*

Papagaio velho não aprende a falar.
*

Saúde de velho é muito remendada.
*

Se eu gostasse de velho ia trabalhar em museu.
*

Velho? Só vinho, perfume, dinheiro e viúva rica.
*

Pote velho é que esfria água.
*

Burro velho não toma freio.
*

Mais vale estrada velha do que vereda nova.
*

Tatu velho não caí em mundeu.
*

Nunca deixe o amigo velho pelo novo.
*

Ao velho que muda de clima e costumes, é morte certa.
*

Azeite, vinho e amigo, o mais antigo,
*

Quem gosta de velho é reumatismo, cadeira de balanço, fila do INPS e rede.
*

Velho é como panela, rede e balaio: só se acaba pelos fundos.
*

Quem gosta de velho é vento encanado.

Diz-se do velho muito velho que ele é "velho como a Sé do Braga", que "já pendurou as chuteiras", que "está mijando nos pés", que é "bananeira que já deu cacho", "que já está de cachimbo apagado", "que é do tempo em que se amarrava cachorro com linguiça", "que é mais velho do que a posição do cagar de cócoras".

Há os velhos que não gostam de ser chamados de velhos, e dizem: "velho é o tempo", "velho é a estrada". Dizem que são, somente, usados.

E os velhos assanhados, - os que ainda não descobriram que ficaram velhos - quando vêem uma mulher bonita ficam gagos, trêmulos da cabeça aos pés, "mais contentes do que mosquito em pereba."

Em matéria de amor, os velhos não foram esquecidos: "Velho apaixonado com pouco tempo está casado, "Velho com amor, jardim com flor", ou "Velho com amor, morte em redor".

A sabedoria popular chega a ser cruel quando se refere à vida sexual dos velhos: "Ao velho recém-casado, rezar-lhe por finado", "Velho casado com moça de poucos anos corno. temos", "Não se deve acreditar em três coisas: lágrimas de viúva, arrufos de noivos e arranco de velho", e "Velho tem medo de vento pelas costas e de mulher pela frente".

Os velhos revidam os gracejos afirmando que "Coco velho é que dá azeite" e "A cavalo velho, capim novo", "Em panela velha é que se faz comida gostosa". E o que acontece com os velhos na língua do povo? Vejamos:

"Os cabelos embranquecem
A vista escurece
Os ouvidos emouquecem
Os dentes apodrecem
A barriga cresce
0 reumatismo aparece
A bunda amolece
Os ovos descem
As mulheres oferecem
E eles agradecem
E vão prá fila do INPS."

sábado, 3 de setembro de 2011

Reino Encantado


Movimento fanático, surgiu na localidade denominada Sítio da Pedra Bonita (área próxima à Vila Bela e que depois integraria o município de São José do Belmonte), interior de Pernambuco, em 1836, um ano depois de o estado sofrer uma grande seca. Teve início com as pregações do beato João Antônio, segundo as quais o rei Sebastião iria "desencantar" e voltar para distribuir riqueza com o povo.

O beato foi logo seguido por uma legião de adeptos, mas, pressionado por padres católicos, desistiu da iniciativa. Dois anos depois, João Ferreira (um cunhado do beato João Antônio) reinicia o movimento, com as mesmas promessas de criação do "Reino Encantado".

O fanático João Ferreira reunia seus seguidores em torno de um grande rochedo (a "Pedra do Reino") e dizia que, para que o rei Sebastião revivesse e pudesse realizar o milagre da riqueza, era preciso que a grande pedra ficasse totalmente tingida com sangue humano.

Quem doasse o sangue para a volta do rei seria recompensado: velhos ressuscitariam jovens; pretos voltariam brancos e todos, além de ricos, seriam imortais na nova vida. Tiradas de suas lavouras pelo flagelo da seca, famílias de agricultores acamparam em volta da rocha e passaram a aguardar o milagre.

João Ferreira proclamou-se "rei" e estabeleceu os costumes da comunidade ali formada. Por exemplo, cada homem poderia ter várias mulheres, mas cabia ao "rei" o direito da primeira noite: ele dormia a noite de núpcias com a recém-casada, devolvendo-a no dia seguinte ao marido.

Todas as outras normas de conduta também eram ditadas por ele. A tentativa de tingir a pedra com sangue humano (para que, finalmente, o milagre acontecesse) foi levada à prática durante três dias de maio de 1838. O primeiro a ser degolado foi o pai do "rei" João Ferreira.

Outras 50 pessoas foram sacrificadas, a maioria crianças. Mas, mesmo assim, o rei Sebastião não apareceu. Os fanáticos, então, decidiram sair em procissão, tendo à frente João Ferreira. Encontraram uma patrulha e foram massacrados.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Jessier Quirino - Baixe as armas, comedor


Baixe as armas, comedor
(Jessier Quirino)

Oh morena, oh moreninha
Deixa de morenação
Larga dessas invenção
De nós dois sozim ficar
Mode evitar confusão
Larga dessas invenção
Pense da zabumbação
E se teu pai desconfiar?

E vai que tu pega enxaqueca
E vai que eu sou bom de curar
E vai que tu arrisca um verbo
E vai que eu saiba verbiar
Vai que eu vire flecha doida
E vai que tu quer se flechar
Vai que tu seja espoleta
E vai que eu seja um malagueta

Feito goela de dragão

E vai que tu vem toda bela
De laço e fita amarela
Vai que tu se passarela
Vai que eu seja o rés do chão
Vai que tu arriba a saia
Vai que eu veja o essenciá
Vai que tu pede embreagem
Vai que eu saiba debrear

Vai que tu venta pro norte
Vai que sou todim jangada
Vai que eu seja um taboleiro
E vai que eu seja cocada
Vai que tu se enrouxinó-las
Vai que eu seja passarinho
Vai que eu saia da gaiola
Vai que amostre o ninho

E vai que tu sois moça anja
Vai que eu seja um pecador
Vai que tu sois gozo eterno
Vai que eu sou rojão do amor
Vai que teu ?ui ui, meu bem?
Acorde o véi roncador
Vai que esse véi grite brabo
Com o revolver no meu rabo:

- Baixe as arma, comedor!

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

O menino que queria comer bosta




Literatura de Cordel
http://literaturadecordel.vila.bol.com.br

Literatura de Cordel
Autor: Francisco Diniz
João Pessoa-PB, 26 de setembro de 2005, 04:00 H.

A vida é muito bela,
Nós temos que dar valor,
Aproveitar os momentos,
Guardar bem o que passou,
Saber viver o presente
Com amigos e parentes
Ou seja lá com quem for.

Se o instante for de dor,
Que possamos refletir
No que devemos fazer
E entender que o existir
É feito de mal e bem,
De sim, não, talvez, porém,
De chorar e de sorrir.

A vida é o porvir,
É o ontem, é o agora,
É o ganhar, é o perder,
É água, é luz, é flora,
É o saber, é a ignorância,
É a miséria, é a bonança,
É fogo, é dentro, é fora.
-1-

É o chegar, é ir embora,
É chuva, é sol, é dia,
É noite, é acordar,
É dormir, é ventania,
É correr, é caminhar,
Mas é também se sentar,
É prosa e é poesia...

É tristeza, é alegria,
É o que não sei escrever.
A vida é um mistério,
Talvez se aprenda ao morrer,
E eu peço licença aqui
Para poder exprimir
O meu cordel pra você.

A história vou oferecer
A um ente muito amado
Que já não está entre nós:
Nilton foi pro outro lado,
Mas se estivesse aqui
Ele morreria de rir,
Pois o causo é engraçado.
-2-

Um dia eu estava sentado
Embaixo de um juazeiro,
Lá no sítio do Pé Branco,
9 do mês de janeiro,
2004, o ano,
Ao lado do quase mano
Elineto, o verdadeiro,

Aliás, é o primeiro,
Na arte de bem mentir,
De contar história engraçada
Pra fazer o povo rir,
E o que ele me contou,
Depois que a gente almoçou,
Eu faço o registro aqui.

Nós estávamos ali
Um pouco a descansar
Esperando tio Raimundo,
Zaca e Doutor pra contar
O nosso trabalho final:
Medir as terras de Vital,
O que este tinha pra herdar.
-3-

- Nenen eu vou lhe contar,
Começava Elineto,
Contar o que aconteceu
Num lugar aqui bem perto,
Você preste atenção
E veja quem tem razão,
Se isso é errado ou certo:

Um menino bem esperto,
Certa noite começou
A choramingar bastante
E muito tempo passou
Chamando pelos seus pais,
Vizinhos não tinham paz,
Todo o mundo escutou.

O danado abusou,
Parecia está doente:
"- Qüên, qüên, qüên, qüên, qüên, qüên, qüên",
Era uma zoada estridente,
O pai com raiva dizia,
- "Cala a boca Abdia,
Vai durmir, se acalente".
-4-

O menino descontente
Continuava a chorar.
- "Será pussíve muié,
Que o diabo num vai pará?
Trabaiei o dia intêro
E essa peste, desordêro,
Não me dêxa descansar?!

Levanta muié, vai lá,
Sabê o qui ele qué?
Acenda a lamparina,
Faça logo o qui pudé,
Mande ele calá a boca,
Será que você tá môca?
Isso é um cabaré!"

Finalmente a mulher
Foi à rede do menino:
- "O qui tu qué disgraçado?
Laiga de tu sê traquino,
Num viu qui teu pai falô
Qui ainda não descansou?
Te aquiéta e vai durmino!
-5-

Zé, ele tá insistino
E qué falá é cum você,
Dixe qui tá cum fome!"
- "Ora, o qui é qui eu vô fazê?
Não tem nada a essa hora,
Só me fartava isso agora,
O qui mais se farta vê?!"

O pai não queria entender
Aquela reclamação,
A mãe voltou pro seu quarto,
Pra Zé dava explicação:
"Num sei o qui se passou,
Esse minino jantou,
Cumeu feito um lião!"

Não havia trégua não,
O menino aperreava:
- "Qüên, qüên, qüên, qüên, qüên, qüên, qüên",
E direto ele gritava:
- "Ô pai, eu tô é cum fome!"
- "Parece qui num é hômi?!"
E o menino não parava.
-6-

Quando não mais agüentava,
Zé, da cama, levantou:
- "O qui diabo tu qué?
Com raiva ele indagou.
- "Pai eu quero é cumer,
Mas eu tem medo de dizê,
De expricar pu sinhô".

- "Meu fi, me faça o favô,
Diga logo o qui tu qué,
Pá vê se nóis te arranja
E acaba esse labacé,
Eu tô quereno durmir,
Bem cedo eu vou partir,
Pu roçado de Mané".

- "Se eu pidir o qui quisé,
O sinhô num acha rim?
- Peça meu fi, num se acanhe!"
- "E se o sinhô mangá de mim?"
- "Qui istóra é essa Abdia?
Dêxe logo de agonia,
Pode pidir qui eu digo sim!
-7-

E o menino falou assim:
- "Pai, eu quero cumer bosta!
Pode até ser muito estranho,
Eu num sei se o sinhô gosta,
Mas bosta eu quero cumer
E o sinhô pode trazer
Numa bacia feito posta".

O pai quase cai de costa
Com a conversa de Abdias.
- "Pai, num faça uma desfeita,
Num me corte essa aligria!
Vá lá fora no oitão,
Cague logo um toletão
E traga em minha bacia".

E o pai com muita ironia
L ogo trouxe pro herdeiro:
- "I nda falta alguma coisa?"
- "N ão, mas eu vou ser verdadeiro,
E sse banquete aqui
T á certo, e eu só como si
O sinhô cumer primeiro".
-8-
FIM
Francisco Diniz
João Pessoa-PB, 26 de setembro de 2005, 04:00 H.
_________________________________________
Site: http://literaturadecordel.vila.bol.com.br
E-mail: literaturadecordel@bol.com.br

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Esquecer, ninguém esquece...



Esquecer, ninguém esquece, Mas aprende a viver sem.

O meu coração guardou
Recordações imortais
De quem foi e não é mais
Personagem do meu show.
A cortina se fechou,
A platéia foi além
Mas no palco ainda tem
Uma palavra com “S”.
Esquecer, ninguém esquece,
Mas aprende a viver sem.

Os românticos sonhadores
São mesmo predestinados
A amores fracassados,
A padecer tantas dores,
Na vida são uns atores
Sem diretor, sem ninguém,
A cada cena que vem
Nada de bom acontece.
Esquecer, ninguém esquece
Mas aprende a viver sem.

A cada passo que dou
Sinto um abalo no peito,
Com certeza é o efeito
Do que a paixão deixou.
Deletar o que passou?
Só se eu tivesse um harém!
Mas meu peito só quer quem
O maltrata e desconhece.
Esquecer, ninguém esquece
Mas aprende a viver sem.


Autor: Wellington Vicente

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Trio Cantarino - O Passarinho (cover Marinalva)





O Trio Cantarino surgiu em setembro de 2010 com 3 amigos que sempre admiraram o forró pé de serra.

O nome surgiu como homenagem à Luiz Gonzaga por sua música “Cantarino” de 1973, que conta sobre um pássaro que ao cantar trazia ajuda, chuva para o sertão e esperança para o povo.

Hoje, o trio formado por Juninho (triângulo), Daniel (zabumba) e Warner (violão), paulistanos, mas com alma nordestina, vem para mostrar seu repertório raiz.

Os integrantes sempre estiveram envolvidos com o forró, curtindo, tocando e pesquisando as raízes do ritmo. Envolvidos com uma boa base musical, decidiram começar um trabalho direcionado no forró pé de serra.

Sem sanfona no início, ousaram tocar com violão, incorporando e adaptando solos e bases, mas mantendo o estilo marcante do ritmo. Agora, mesmo dispondo de uma sanfona, com o sanfoneiro Juninho ainda iniciando os estudos, continuam acompanhados pelo violão.

Sua primeira apresentação foi no Projeto SCUTAÍ com apoio da comunidade do Teotônio Vilela e da Prefeitura de São Paulo/SP.

Contatos:
Email: triocantarino@hotmail.com
Blog: http://triocantarino.wordpress.com

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

A Arvore do Dinheiro




Direção: Marcos Buccini e Diego Credidio.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Arquivo Público do Estado digitaliza seu acervo fotográfico


O Arquivo Público do Estado, órgão vinculado à Secretaria de Educação, está digitalizando o seu acervo fotográfico. O trabalho, iniciado em março de 2011, é parte do projeto “Catalogação do Acervo Iconográfico do Arquivo Público Estadual Jordão Emerenciano”, desenvolvido em parceria com a Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe), e tem como objetivo facilitar o acesso de pesquisadores e do público em geral ao material ali arquivado.

No total, são mais de 15 mil imagens assim distribuídas:

2.000 fotografias sobre a História do próprio Arquivo Público, criado em 1945; todo o acervo pessoal do primeiro diretor da instituição, Jordão Emerenciano; 3.000 fotografias da Secretaria de Obras Públicas do Estado, relativas a obras realizadas no Recife e interior de Pernambuco entre 1930/50; o acervo fotográfico sobre a vida intelectual e acadêmica (1910/50) de um dos líderes do movimento abolicionista no Estado, José Mariano Carneiro da Cunha; e 4.000 imagens avulsas de outros vários acervos.


Três flagrantes da Revolução de 1930 no Recife:

1 - No Cais José Mariano, homens preparados para atirar

2 - Marcas de balas na paredes do Palácio do Governo

3 - Concentração de populares na frente do Palácio do Governo

Construção do Matadouro Público de Gravatá, sem data.


Idealizado pela professora Marília de Azambuja Ribeiro, o projeto também tem parceria com o Laboratório de História Oral e da Imagem, do Departamento de História da Universidade Federal de Pernambuco, e vem sendo tocado por uma equipe de cinco professionais, além da coordenadora. Atualmente (agosto 2011), os trabalhos – que irão até março de 2013 – estão na fase de higienização e digitalização das fotografias, vindo em seguida a catalogação e a digitalização do acervo.

Para os integrantes da equipe, todas as fotografias do acervo são importantes, “visto que fazem parte da memória coletiva do nosso Estado”. Mas, eles não negam que, entre as imagens, algumas se destacam. E, entre estas, estão as fotos dos combates ocorridos no Recife durante a Revolução de 1930 que mostram, por exemplo, as paredes do Palácio do Governo ou do Teatro Santa Isabel crivadas de balas, populares nas ruas ou soldados entrincheirados nas pontes da cidade etc.

Segundo os integrantes da equipe, uma das mais trabalhosas tarefas do projeto vem sendo o reconhecimento iconográfico. Isto porque, além da quantidade significativa de fotografias manipuladas (mais de 15 mil), grande parte delas não contem informações essenciais como: local e data, acontecimento do qual se trata, pessoas fotografadas, fotógrafo autor da fotografia etc. Nesses casos, os profissionais têm que sair em buscas dessas informações, o que nem sempre é uma coisa fácil.

Acomodado no prédio anexo da entidade (à Rua Imperial, bairro São José, Recife), o acervo iconográfico do Arquivo Público do Estado poderá, ao final dos trabalhos de digitalização, ser consultado via Internet. E a reprodução das imagens será livre e gratuita, exigindo-se do pesquisador apenas os créditos das fotografias: tanto para o fotógrafo quanto para o acervo. Para a execução do projeto, a Facepe repassou para o Arquivo Público recursos de R$ 160 mil.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Toda a trajetória do Rei do Baião: os parceiros, discografia completa, os maiores sucessos


Cantor e compositor, Luiz Gonzaga do Nascimento nasceu na fazenda Caiçara, no município de Exu, sertão de Pernambuco, a 13 de dezembro de 1912, filho de Ana Batista de Jesus e do sanfoneiro Januário José Santos, com quem aprender tocar sanfona.

Considerado uma instituição da música popular brasileira, o "rei do baião", como era conhecido, gravou 56 discos e compôs mais de 500 canções.

Entre seus grandes parceiros, estavam Zé Dantas e Humberto Teixeira. Deixou sua cidade natal em 1930, em busca de emprego, e acabou entrando para o Exército, em Fortaleza, Ceará.

Por conta da Revolução de 1930, esteve na Paraíba, além de outros estados nordestinos, e, em 1932, foi transferido para Juiz de Fora, Minas Gerais.

Depois de deixar o Exército, segue, em 1939, para o Rio de Janeiro, onde inicia a carreira de músico, tocando em um conjunto que se apresentava nos cafés da zona de prostituição.

Participou de programas de calouros, como os de Almirante e Ary Barroso e, em 1941, grava o seu primeiro disco -apenas como solista; a primeira música cantada, Dança Mariquinha, seria gravada em 1945.

A partir de então passa a percorrer o Brasil, fazendo shows, iniciando sua longa carreira de sucesso. Influenciou vários compositores da chamada moderna música nordestina, como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Raimundo Fagner e outros.

Entre suas composições mais famosas estão Asa Branca, Vozes da Seca, A Triste Partida, Juazeiro.

Foi Luiz Gonzaga quem levou para o disco os ritmos e as batidas do xote e do baião - já conhecidos entre os cantadores de viola do Nordeste: ele pegou a batida e criou o jogo melódico, daí ser considerado o criador do baião.

Morreu no Recife a 02 de agosto de 1989, depois de passar 41 dias hospitalizado.

Discografia

1941: Véspera de São João - mazurca (Luiz Gonzaga e Francisco Reis); Numa serenata - valsa (Luiz Gonzaga); Saudade de São João del-Rei - valsa (Simão Jandi); Vira e mexe - chamego (Luiz Gonzaga); Nós queremos uma valsa (Nassara e Frasão); Arrancando caruá - choro (Luiz Gonzaga); Farolito -vaIsa (Agustín Lara): Segura a polca (Xavier Pinheiro).

1942: Saudades de Ouro Preto - valsa (Luiz Gonzaga); Pé de serra - chamego (Luiz Gonzaga); Saudade - valsa (Carlos Dias Carneiro); Apitando na curva - polca (Luiz Gonzaga); Sanfonando chorinho (Luiz Gonzaga); Verônica - valsa (Luiz Gonzaga); Calangotango - picadinho mineiro (Luiz Gonzaga); Minha Guanabara - valsa (Francisco Reis); Saudades de Areal - valsa (Mário Magalhães); Pisa de mansinho - chamego (Luiz Gonzaga); Seu Januário - chamego (Luiz Gonzaga); Santana - mazurca (Luiz Gonzaga); Aquele chorinho - choro (Luiz Gonzaga); Ligia - valsa (Luiz Gonzaga).

1943: Apanhei-te cavaquinho - choro (Ernesto Nazaré); Ivone - valsa (Xavier Pinheiro); Manolita - valsa (Leo Daniderff); 0 chamego da Guiomar (Luiz Gonzaga); Araponga - choro (Luiz Gonzaga); Meu passado - valsa (Luiz Gonzaga e Waldemar Gomes); Destino - valsa (Carneiro Filho e Vasco Gomes); Galo garnizé - choro (Luiz Gonzaga e Antonio Almeida).

1944: Subindo ao céu - valsa (Aristides M. Borges); Fuga da África - polca (Luiz Gonzaga); Recordações de alguém -choro (Bisoga); Pingo namorando - choro (Luiz Gonzaga); Escorregando - choro (Ernesto Nazaré); Madrilena - valsa (Antônio Almeida e Luiz Gonzaga); Luar do Nordeste - valsa (Luiz Gonzaga); Bilu-bilu - choro (Luiz Gonzaga); Xodó -choro (Luiz Gonzaga); Caprichos do destino - valsa (Odete Duprat Fiúze); Vanda - valsa (Luiz Gonzaga); Catimbó - chamego (Carneiro Filho e Vasco Gomes); Despedida - valsa (Luiz Bittencourt); Passeando em Paris - valsa (Luiz Gonzaga); Aperriado - chamego (Luiz Gonzaga); Fazendo intriga - chamego (Luiz Gonzaga).

1945: Provocando as cordas - choro (José Miranda Pinto); Última inspiração - valsa (Peterpan); Dança Mariquinha - mazurca (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Impertinente - polca (Luiz Gonzaga); Na hora h - choro (Luiz Gonzaga); Nara - valsa (Luiz Gonzaga); Penerô xerém - chamego (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Sanfona dourada - valsa (Luiz Gonzaga); Bolo mimoso - choro (Tito Ramos); Dança do macaco - quadrilha (Luiz Gonzaga); Queixumes - valsa (Noel Rosa e Henrique Brito); Zinha - polca (Carneiro Filho); Caxangá - choro (Luiz Gonzaga); Cortando pano - mazurca (Luiz Gonzaga, Miguel Lima e Jeová Portela); Festa napolitana - marcha-tarantela (Inácio de Oliveira); Ovo azul - marcha (Miguel Lima e Paraguaçu); Perpétua - marcha popular (Luiz Gonzaga e Miguel Lima).

1946: Marieta - valsa (Luiz Gonzaga); De Juazeiro a Pirapora - polca (Luiz Gonzaga); É pra rir ou não é? - samba (Luiz Gonzaga e Carlos Barroso); Devolve - valsa (Mário Lago); Não quero saber - valsa (Mário Lago); Ó de casa - chorinho (Luiz Gonzaga e Mário Rossi); Chamego das cabrochas (Miguel Lima e Luiz Gonzaga); Não bate nele - mazurca (Zé Fechado e Lourenço Pereira); Calango da lacraia - calango (Luiz Gonzaga e Jeová Portela); Pão-duro - marcha (Assis Valente e Luiz Gonzaga); Sabido - choro (Luiz Gonzaga); Saudades de Matão - valsa (Jorge Galati); Brejeiro - choro (Ernesto Nazaré); Toca uma polquinha - polca (Luiz Gonzaga); Feijão cum côve - embolada (Jeová Portela e Luiz Gonzaga); Eu vou cortando - marcha (Miguel Lima, Luiz Gonzaga e Jeova' Portela); Cai no frevo - marcha (Luiz Gonzaga); No meu pe' de serra - xote (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Pagode russo - polca (Luiz Gonzaga).

1947: Vou pra roça - marchinha (Luiz Gonzaga e Zé Ferreira); Asa-branca - toada (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Balanço do calango - calango (Luiz Gonzaga e Jeová Portela); Coração de mulher - valsa (Zezinho); Todo homem quer - marcha-frevo (Peterpan e José Batista); Tenho onde morar - samba (Luiz Gonzaga e Dário de Sousa); Quer ir mais eu? - marcha-frevo (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Pau-de-sebo - marcha (Dunga e Luiz Gonzaga).

1948: Moda da mula preta (Raul Torres); Firim, firim, firim -polca (Luiz Gonzaga e Alcebíades Nogueira).

1949: Lorota boa - polca (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Mangaratiba - xote (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Juazeiro - baião (Lujz Gonzaga e Humberto Teixeira); Baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Siridó - ritmo novo (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Légua tirana - valsa-toada (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Vou mudar de couro - batucada (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Gato angorá - marcha-baiao (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Vem morena - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Quase maluco - baião (Vitor Simon e Luiz Gonzaga); Dezessete léguas e meia - baião (Humberto Teixeira e Carlos Barroso); Forró de Mané Vito (Luiz Gonzaga e Zé Dantas).

1950: Assum-preto - toada (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Cintura fina - xote (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Chofer de praça - mazurca (Evaldo Rui e Fernando Lobo); No Ceará não tem disso não - baião (Guio de Morais); - Xanduzinha - baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); A volta da asa-branca - toada (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Macapá -baião (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Boiadeiro - toada (Klécius Caldas e Armando Cavalcanti); Adeus Rio de Janeiro - xote (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Rei bantu - maracatu (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Estrada de Canindé - toada-baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); O torrado (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Qui nem jiló - baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Paraíba- baião (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga); Respeita Januário - baião (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); A dança da moda - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga).

1951: Mariá - coco-baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Amanhã eu vou - valsa (Beduíno e Luiz Gonzaga); Olha pro céu - marcha junina (José Fernandes e Luiz Gonzaga); Propriá - baião (Guio de Morais e Luiz Gonzaga); Tô sobrando - polquinha (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil); Moreninha, moreninha -toada (Hervê Clodovil e Luiz Gonzaga); Madame Baião - baião (Luiz Gonzaga e Davi Nasser); Conversa de barbeiro - rancheira (Davi Nasser e Luiz Gonzaga); Sabiá - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Cigarro de paia - baião (Klécius Caldas e Armando Cavalcanti); Baião da Penha (Guio de Morais e Davi Nasser); Baião na garoa (Luiz Gonzaga).

1952: São João do Carneirinho - baião (Luiz Gonzaga e Guio de Morais); Imba1ança - baião (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); São João na roça - marcha junina (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Juca - valsa (Lupicínio Rodrigues); Catamilho na festa - chorinho (Luiz Gonzaga); Pau-de-arara - maracatu (Luiz Gonzaga e Guio de Morais); Acauã - toada (Zé Dantas); Adeus Pernambuco - toada (Manezinho Araújo e Hervê Clodovil); Baião na garoa (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil); Piauí - toada (Sílvio Moacir de Araújo); Marabaixo (Julião Tomás Ramos); Jardim da saudade - valsa (Lupicínio Rodrigues e Alcides Gonçalves); Xaxado (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil); Vamos xaxear (Geraldo Nascimento e Luiz Gonzaga); Beata Mocinha - valsa romeira (Manezinho Araújo e Zé Renato); 0 balaio de Veremundo (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Pronde tu vai Lui? (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Januário vai tocar (Januário José dos Santos).

1953: Moreninha tentação - baião (Sílvio Moacir de Araújo e Luiz Gonzaga); Saudade de Pernambuco - baião (Sebastião Rosendo e Salvador Miceli); 0 xote das meninas (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Treze de dezembro - choro (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); São João chegou - baião (Marisa P. Coelho e Luiz Gonzaga); 0 casamento de Rosa - rancheira (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); A letra i - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Algodão - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); ABC do sertão -baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Vozes da seca - toada-baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Paraxaxá - xaxado (Luiz Gonzaga e Sílvio Moacir de Araújo); A vida do viajante - toada (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil).

1954: Feira de Gado - aboio (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Velho Novo-Exu - baião (Luiz Gonzaga e Sílvio Moacir de Araújo); Olha a pisada - baião-xaxado (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Vô casá já - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Noites brasileiras - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Lascando o cano - polca (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Cana, só de Pernambuco - chamego (Luiz Gonzaga e Vitor Simon); Relógio baião (Sérgio Falcão e José Roi); A canção do carteiro (Mauro Pires e Mércia Garcia); Cartão de Natal - toada (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Velho pescador - baião (Luiz Gonzaga e Hervê Clodovil); Minha fulô - baião (Luiz Gonzaga e Zé Dantas).

1955: Baião granfino (Marcos Valentim); Só vale quem tem - baião (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Paulo Afonso - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Padroeira do Brasil - bumbá (Luiz Gonzaga e Raimundo Grangeiro); Café - baião-coco (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Cabra da peste - baião (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Baião dos namorados (Sílvio Moacir de Araújo); Ai amor - baião (Luiz' Gonzaga e Zé Dantas); Forró do Zé Tatu (Zé Ramos e Jorge de Castro); Riacho do Navio - xote (Zé Dantas e Luiz Gonzaga).

1956: Buraco de tatu - xote (Jair Silva e Jadir Ambrósio); Açucena cheirosa - toada (Rômulo Pais e Celso Garcia); Mané e Zabé - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Lenda de São João - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); 0 cheiro da Carolina - xote (Zé Gonzaga e Amorim Roxo); Aboio apaixonado - aboio (Luiz Gonzaga); Derrarnaro o gai - coco (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Vassouras - xote (Luiz Gonzaga e Davi Nasser); Tacacá - baião (Luiz Gonzaga e Lourival Passos); Chorão (Luiz Gonzaga); Praia dengosa - maracatu (Luiz Gonzaga e Zé Dantas); Tesouro e meio - baião (Luiz Gonzaga); Siri jogando bola - coco (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Saudade da Boa Terra - baião (Maruim e Ari Monteiro).

1957: A Feira de Caruaru - baião-folclore (Onildo Almeida); Capital do Agreste - baião (Onildo Almeida e Nelson Barbalho); O passo da rancheira - rancheira (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); São João antigo - baião (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Quarqué dia - toada (Jairo Argileu e Heron Domingues); Malhada dos bois - baião (Luiz Gonzaga e Amâncio Cardoso); São João no arraiá - marcha junina (Zé Dantas); Testamento de caboclo - toada (Renê Bittencourt e Raul Sampaio); Dias dos Pais - baião (Luiz Gonzaga e Chico Anísio); Estrela de ouro - baião (Antônio Barroso e José Batista); Linda brejeira - toada (Rui Morais e Silva Joaquim Lima); Meu Pajeú - toada (Luiz Gonzaga e Raimundo Grangeiro); 0 delegado no coco - coco (Zé Dantas); Comício no mato - baião-coco (Joaquim Augusto e Nelson Barbalho); Sertão sofredor - baião (Joaquim Augusto e Nelson Barbalho); Gibão de couro - baião (Luiz Gonzaga); Moça de feira - xote (Armando Nunes e Jeová Portela); Xote das moças (Nelson Barbalho e Joaquim Augusto); Forró no escuro (Luiz Gonzaga).

1958: Festa no céu - arrasta-pé (Zeca do Pandeiro e Edgar Nunes); Que modelo são os seus - xaxado (Luiz Gonzaga); Balance eu - toada (Luiz Gonzaga e Nestor de Holanda); Dezessete e setecentos - calango (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Chamego - chamego (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); 0 torrado da Lili -xaxado (Helena Gonzaga e Miguel Lima); Bamboleando - maxixe (Luiz Gonzaga e Miguel Lima); Três e trezentos - baião (Miguel Lima e Gerson Filho); Chorei, chorão (Luiz Gonzaga e Lourival Passos).

1959: Xote do véiio (Nestor de Holanda e Joaquim Augusto); Sertanejo do norte - maracatu (João Vale e Ari Monteiro).

1960: Meu padrim - baião (F. Marcelino); Casamento atrapaiado (Walter Levita e Renato Araújo); Marcha da Petrobrás (Nelson Barbalho e Joaquim Augusto); Amor da minha vida - guarânia (Raul Sampaio e Benil Santos).

1961: Capitão jagunço - baião (Paulo Dantas e Barbosa Lemos); Baldrama macia - rasqueado (Arlindo Pinto e Anacleto Rosas); Creusa morena - valsa (Lourival Passos e Luiz Gonzaga); Dedo mindinho - baião (Luiz Gonzaga); Amor que não chora - toada (Erasmo Silva); 0 tocador quer beber - xote (Carlos Diniz e Luiz Gonzaga); Na cabana do rei - baião (Catulo de Paula e Jaime Florense); Aroeira - xote (Barbosa Lessa); Rosinha - baião (Nelson Barbalho e Joaquim Augusto); Corridinho Canindé (Luiz Gonzaga e Lourival Passos); Só se rindo - xote (Alvarenga e Ranchinho); Alvorada da paz - marcha (Luiz Gonzaga e Lourival Passos).

1962: Vida de vaqueiro - xote (Luiz Gonzaga); Maceió -toada (Lourival Passos); Fogueira de São João (Luiz Gonzaga e Carmelina); Ô véio macho - xote (Rosil Cavalcanti); Balance a rede - baião (Zé Dantas); Sanfoneiro Zé Tatu - forró (Onildo Almeida); De Teresina a São Luiz - xote (João Vale e Helena Gonzaga); Forró do Zé Antão - xote (Zé Dantas); Sertão de aço - xote (José Marcolino e Luiz Gonzaga); Serrote agudo - toada (José Marcolino e Luiz Gonzaga); No Piancó - xote (José Marcolino e Luiz Gonzaga); Pássaro carão - baião (José Marcolino e Luiz Gonzaga); Matuto aperriado - baião (José Marcolino e Luiz Gonzaga); A dança do Nicodemos - xote (Luiz Gonzaga e José Marcolino).

1963: Pedido a São João (José Marcolino); A festa do milho (Rosil Cavalcanti); A morte do vaqueiro - toada (Luiz Gonzaga e Nelson Barbalho); Desse jeito sim (José Jatai e Luiz Gonzaga); Liforme instravagante (Raimundo Granjeiro); Pra onde tu vai baião? (João Vale e Sebastião Rodrigues); Pisa no pilão (Zé Dantas); Amigo velho (Rosil Cavalcanti); Eu vou pro Crato (Luiz Gonzaga e José Jatai); Caboclo nordestino (José Marcolino); Casamento improvisado (Rui de Morais e Silva); Faz força Zé (Rosil Cavalcanti); Xô pavão (Zé Dantas); A profecia (Zé Dantas); Homenagem a Zé Dantas (Antônio Barros); Zé Dantas (Onildo Almeida).

1964: Sanfona do povo - xote (Luiz Guimarães e Helena Gonzaga); Aquilo sim que era vida - valsa (Luiz Gonzaga e Jeová Portela); 0 baião vai - baião (Elias Soares e Sebastião Rodrigues); Fogo do Paraná - baião (João Vale e Helena Gonzaga); Não foi surpresa - baião (João Vale e João Silva); Documento de matuto - baião (Paulo Patrício); Rainha do mundo - toada (Jtilio Ricardo e Ari Monteiro); Nordeste sangrento - toada (Elias Soares); Padre sertanejo - valsa (Pantaleão e Helena Gonzaga); Nega Zefa - xaxado (Severino Ramos e Noel Silva); A carta - valsa (Isa Franco); Fole gemedor - xote (Luiz Gonzaga); A triste partida - toada (Patativa do Assaré); Toque de rancho - baião (Luiz Gonzaga e Jota Ferreira); Cacimba Nova - toada-baião (José Marcolino); Ave-Maria sertaneja - toada (Julio Ricardo e 0. de Oliveira); Marimbondo - forró (Luiz Gonzaga e José Marcolino); Viva o Arigó - baião (Geraldo Nunes); Numa sala de reboco - xote (José Marcolino e Luiz Gonzaga); Cocotá - xote (Luiz Guimarães e Helena Gonzaga); Cantiga do vem-vem - baião (José Marcolino e Pantaleão); Forró do Zé do Baile (Severino Ramos); Lembrança de primavera - valsa (Gonzaguinha).

1965: Fim de festa - polca (Zito Borborema); Polca fogueteira (Luiz Gonzaga); Fogo sem fuzil - polquinha (Luiz Gonzaga e José Marcolino); Quero chá - polquinha (Luiz Gonzaga e José Marcolino); Boi-bumbá - motivo popular (Luiz Gonzaga e Gonzaguinha); 0 maior tocador - marchinha (Luiz Guirnarães); Piriri - marcha junina (João Silva e Albuquerque); Matuto de opinião - marchinha (Luiz Gonzaga e Gonzaguinha).

1967: Xote dos cabeludos (José Clementino e Luiz Gonzaga); Óia eu aqui de novo - xaxado (Antônio Barros); Hora do adeus - baião (Onildo Almeida e Luis Queiroga); Crepúsculo sertanejo - toada (João Silva e Rangel); Tu qué m'ingabelá - xote (Luiz Gonzaga); Xeêm - arrasta-pé (José Clementino e Luiz Gonzaga); Contrastes de Várzea Alegre - arrasta-pé (José Clementino e Luiz Gonzaga); Garota Todeschini - baião (João Silva e Luiz Gonzaga); Do lado qui relampêa - baião (Luis Gulmarães); Forró de Pedro Chaves (Luiz Gonzaga); A sorte é cega - toada (Luiz Guimarães); Ou casa ou morre - xote (Elias Soares).

1968: Madruceu o milho (Sebastião Rodrigues e João Silva); Vitória de Santo Antão (Elias Soares e Pilombeta); Mazurca (Luiz Gonzaga e Raimundo Grangeiro); A cheia de 24 (Severino Ramos); De Juazeiro a Crato (Luiz Gonzaga e Julinho); 0 andariIho (Dalton Vogeler e Orlando Silveira); Lenha verde (João Silva e Luiz Gonzaga); Coco xeêm (Severino Ramos e Jaci Santos); Manduquinha (Luis Guimarães); Meu Araripe (João Silva e Luiz Gonzaga); Rosa do Mearim (Luiz Guimarães); Anita do Cipó (Jaci Santos e Severino Ramos); Canaã (Humberto Teixeira); Pobreza por pobreza (Gonzaguinha); Valha Deus, senhor São Bento (Antônio Almeida); Festa (Gonzaguinha); Nordeste pra frente (Luiz Gonzaga e Luis Queiroga); Erva rasteira (Gonzaguinha); 0 jumento é nosso irmão (Luiz Gonzaga e José Clementino); Baião Polinário (Humberto Teixeira); Saudades de Helena (Antônio Barros); Diz que vai virar (Gonzaguinha); Canto sem protesto (Luiz Gonzaga e Luis Queiroga); Tique-taque, tique-taque (Antônio Almeida); Chico Valente (Rildo Hora); Viva o Rei (Zé Gonzaga e José Amâncio); Louvação a Joao XXIII (Nertan Macedo e monsenhor Morão); Bença mãe (Bob Nelson); Prá não dizer que não falei de flores (Geraldo Vandré).

1970: Garimpeiro sonhador (Mário Rossi e Chico Xavier); Já vou, mãe (Dominguinhos e Anastácia); Cantei (Hugo Costa); A noite é de São João (Antônio Barros); Xote do saiote (Onildo Almeida); 0 festão (Rildo Hora); Sertão setenta (José Clementino); Motivação nordestina (César Rousseau e Carlos Cardoso); Frecobol (Rildo Hora e Helena Gonzaga); Boca-de-forno (Tâ nia); Raparam tudo (Severino Ramos); Santo Antônio nunca casou (Luiz Gonzaga e João Silva).

1971: 0 coreto da pracinha (Altamiro CarriIho e Ribeiro Valente); Ovo de codorna (Severino Ramos); Dia de São João (Rildo Hora); Coronel Pedro do Norte (Nelson Valença); Lulu Vaqueiro (Nelson Valença); 0 urubu é urn triste (Nelson Valença); Chuculatera (Antônio Carlos e Jocafi); Procissão (Gilberto Gil); Morena (Gonzaguinha); Cirandeiro (Capinam e Edu Lobo); Caminho de Pedra (Tom Jobim e Vinicius de Morais); Vida ruirn (Catulo de Paula); 0 milagre (Nonato Buzar); No dia que eu vim rn'irnbora (Caetano Veloso e Gilberto Gil); Fica mal corn Deus (Geraldo Vandré); 0 cantador (Dori Caymmi e Nelson Mota); Bich, eu vou voltar (Humberto Teixeira).

1972: Aquilo born (Luiz Gonzaga e Severino Ramos); Bandeira 2 (Fred Falcão e Arnoldo Medeiros); Pra frente Goiás (Prof. Zefirino); Se não fosse este rneu fole (Luiz Gonzaga e Severino Ramos); Vaqueiro véio (João Silva e J. B. de Aquino); Meu pequeno Cachoeiro (Raul Sampaio); From United States of Piauí (Gonzaguinha); Forró do Ze Buchudo (Severino Ramos e Helena Gonzaga); Meu Chevrolet (Roberto Martins); Ana Rosa (Humberto Teixeira); Corrida de rnourão (Pedro Bandeira); 3X4 Marilu (Humberto Teixeira e Maria Terezinha).

1973: A Nova Jerusalém (Janduhi Finizola); Baião de São Sebastião (Humberto Teixeira); Cantarino (Luiz Gonzaga e Nelson Valença); Cidadão de Caruaru (Janduhi Finizola e Onildo Almeida); Facilita (Luis Ramalho); Fogo-pagou (Rivaldo Serrano de Andrade); Indiferente (Luiz Gonzaga e Severino Ramos); Juvina (Luiz Gonzaga e Nelson Valença); Só xote (Onildo Almeida); 0 bom improvisador (Luiz Gonzaga e Nelson Valença); Samarica parteira (Zé Dantas e Luiz Gonzaga); Mulher de hoje (Luiz Gonzaga e Nelson Valença); O fole roncou (Nelson Valença e Luiz Gonzaga).

1974: A mulher do rneu patrão (Nelson Valença); Cavalo crioulo (Luiz Gonzaga e Janduhi Finizola); Born?... pra uns... (Juarez Santiago e Onildo Almeida); Choromingô (Luiz Gonzaga); Daquele jeito (Luiz Gonzaga e Luis Ramalho); É sem querer (Luiz Gonzaga e Onildo Almeida); Fole danado (Nelson Valença); Frei Damião (Janduhi Finizola); 0 vovô do baião (Severino Ramos e João Silva); Retrato de urn forró (Luiz Gonzaga e Luis Ramalho); Sangue de nordestino (Luiz Gonzaga); Teitei no arraiá. (Onildo Almeida).

1976: Capim novo (Luiz Gonzaga e José Clementino); Carapeba (Luis Bandeira e Julinho); Sanfona sentida (Dominguinhos e Anastácia); Mané Gambá (Luiz Gonzaga e Jorge de Altinho); Saudade dói (Humberto Teixeira); Bandinha de fé (Hildelito Parente); Fulô da maravuha (Luis Bandeira); Quero ver (D. Matias); São João nas capitá (Luiz Gonzaga e Luis Ramaiho).

1977: Chá cutuba (Humberto Teixeira); Baião de dois (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Onde tá tu neném (Luis Bandeira); Jesus sertanejo (Janduhi Finizola); A morte do meu avô (Nelson Valença); Chapéu de couro e gratidão (Luiz Gonzaga e Aguinaldo Batista); Menestrel do sol (Nelson Valença); Forró fungado (Dominguinhos e Anastácia); São Francisco do Canindé (Julinho e Luis Bandeira); Cabocleando (Eduardo Casado); Nãoé só a Paraíba que tern Zé (Luiz Gonzaga); Tambaú (Severino Ramos e Silvino Lopes); Karolina corn K (Luiz Gonzaga).

1978: Alegria de pé de serra (Dominguinhos e Anastácia); Engenho Massangana (Capiba); Serena no mar (Sivuca e Glorinha Gadelha); Salmo dos aflitos (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira); Umbuzeiro da saudade (Luiz Gonzaga e João Silva); Viola de Penedo (Luis Bandeira); Nunca mais eu vi esperança (Sivuca e Glorinha Gadelha); Onde o Nordeste garôa (Onildo Almeida); Dengo maior (Humberto Teixeira e Julinho); Quiriquiqui (Luiz Gonzaga e Audizio Brizeno); Pai-nosso (Janduhi Finizola).

1979: Orélia (Humberto Teixeira); 0 mangangá (Luis Ramaiho); Súplica cearense (Gordurinha e Nelinho); Acordo às quatro (Marcondes Costa); Romance matuto (Luis Bandeira); Sorriso cativante (Dominguinhos e Anastácia); Manoelito cidadão (Luiz Gonzaga e Helena Gonzaga); Sou do banco (Hildelito Parente e JoséClementino); 0 caçador (Janduhi Finizola); Rio Brígida (Luiz Gonzaga e Gonzaguinha); Alvorada nordestina (Orlando Silveira e Dalton Vogeler); Adeus a Januário (João Silva e Pedro Maranguape)

1980: Obrigado João Paulo (Luiz Gonzaga e padre Gotardo Lemos); Mamulengo (Luis Bandeira); 0 homem da terra (Walter Santos e Teresinha Sousa); La vai pitomba (Luiz Gonzaga e Onildo Almeida); 0 mote "Maquinista e Sacristão" (Luis Bandeira); Cananá (Venâncio e Aparício Nascimento); 0 adeus da asa-branca (Dalton Vogeler); Cego Aderaldo (João Silva e Pedro Maranguape); Tropeiros de Borborema (Rosil Cavalcanti).

1981: Luar do sertão (Catulo da Paixão Cearense); Lampião falou (Venâncio e Aparício Nascimento); Depois da derradeira (Dominguinhos e Fausto Nilo); A ligeira (Guio de Morais e Haroldo Barbosa); Ranchinho da praia (Francisco Elion); Não vendo nem troco (Luiz Gonzaga e Gonzaguinha); Portador do arnor (Luis Bandeira e Julinho); 0 resto a gente ajeita (Luiz Gonzaga e Dalton Vogeler); Os bacamarteiros (Luiz Gonzaga e Janduhi Finizola); Pesqueira centenária (Nelson Valença).

1982: Prece por Novo-Exu (Luiz Gonzaga e Gonzaguinha); Farinhada (Zé Dantas); Dança do capilé (Rildo Hora e Humberto Teixeira); Maria Cangaceira (Teo Azevedo); Tristezas do Jeca (Angelino Oliveira); Alma do sertão (Renato Murce); Eterno cantador (Alemão e Elzo Augusto); Frutos da terra (Jurandir da Feira); Razão do meu querer (Julinho e Anastácia); Acácia amarela (Luiz Gonzaga e Orlando Silveira).

1983: Sequei os olhos (Luiz Gonzaga e João Silva); Casa de caboclo (Hekel Tavares e Luis Peixoto); Piano piloto (Carlos Fernando e Alceu Valença); Canto do povo (Jurandir da Feira); Cidadão sertanejo (Luiz Gonzaga e João Silva); A peleja do Gonzagão x Teo Azevedo (Teo Azevedo); 0 Papa e o jegue (Luiz Gonzaga e Otacílio Batista); Lampião (Luiz Gonzaga e Solange Veras); Saudade do velho (Orlando Silveira e Beatriz Dutra); Projeto Asa-branca (Luiz Gonzaga e José Marcolino); Xengo (Rildo Hora e Humberto Teixeira); Tamborete de forró (Artúlio Reis); Forró de Ouricuri (Luiz Gonzaga e João Silva).

1984: Pagode russo (Luiz Gonzaga e João Silva); Danado de bom (Luiz Gonzaga e João Silva); Pense n'eu (Gonzaguinha); Nessa estrada da vida (Valdi Geraldo e Aparecido José); Regresso do Rei (Luiz Gonzaga e Onildo Almeida); Sanfoninha choradeira (Luiz Gonzaga e João Silva); São João sem futrica (João Silva e Zé Mocó); Aproveita gente (Onildo Almeida); Lula, meu filho (Luiz Gonzaga e Aguinaldo Batista); Terra, vida e esperança (Jurandir da Feira).

1985: Deixa a tanga voar (Luiz Gonzaga e João Silva); Forró número1 (Cecéu); A puxada (Luiz Gonzaga e João Silva); Maria Baiana (João Silva e Zé Mocó); Sanfoneiro macho (Luiz Gonzaga e Onildo Almeida); Flor do lírio (Luiz Gonzaga e João Silva); Eu e minha branca (Gonzaguinha e Gonzagão); Forró do bom (Luiz Gonzaga e João Silva); Morena bela (Luiz Gonzaga e João Silva); Tá bom demais (Onildo Almeida e Luiz Gonzaga); A muiher do sanfoneiro (Luiz Gonzaga e João Silva); Amei à toa (João Silva e Joquinha Gonzaga).

1986: Forró de cabo a rabo (Luiz Gonzaga e João Silva); Forró da miadeira (Antônio Barros); Passo fome, mas não deixo (João Silva e Zé Mocó); Boca de Caieira (Zé Marcolino e Zé Mocó); Rodovia Asa Branca (Luiz Gonzaga e João Silva); Xote machucador (Dominguinhos e João Silva); Viva meu Padim (Luiz Gonzaga e João Silva); Engabelando (Cecéu e Bella Maria); Forronerão (Renato Borghetti); Queimando lenha (Onildo Almeida); Quadrilha chorona (Luiz Gonzaga e Maranguape); Eu e meu fole (Zé Marcolino).

1987: DE FIÁ PAVI - 1- De fiá pavi ( João Silva/Oseinha) 2- Zé budega(Cecéu) 3- Nem se despediu de mim (Luiz Gonzaga/J.Silva 4- De olho no candeeiro (J.Silva/L.Gonzaga 5- Quero ver correr moleque
(Luiz Guimarães) 6- Forró no interior (J.Silva/Oseinha) 7- Eu me enrabicho ( J.Silva/Pollyana 8- Doutor do baião ( L.Gonzaga/J.Silva) 9-Forró do Zé Antão ( Zé Dantas ) 10- Festa de Santo Antonio (Alcymar Monteiro/João Paulo Jr.) 11- Mariana -c/Gonzaguinha (Gonzaguinha/Gonzagão 12-Tóca pai (L.Gonzaga/J.Silva 13- Pobre do sanfoneiro (L.Gonzaga/João Silva)

1988: AÍ TEM - 1- Bom prá eu (Jorge de Altinho) 2- Aí tem (João Silva/Zé Mocó 3- Tá qui prá tu - c/Geraldo Azevedo ( J.Silva/L.Gonzaga) 4- No canto do salão (Nando Cordel) 5- Prá que mais mulher (João Silva/L.Gonzaga 6- Moela e coração (Cecéu/Zé Mocó) 7- Fruta madura (João Silva/L.Gonzaga) 8- Outro amanhã será (L.Gonzaga/João Silva) 9- Vamos ajuntar os troços c/Carmélia Alves (Antonio Barros) 10- ForróGostoso (J.Silva/L.Gonzaga) 11- Cajueiro Velho (Cecéu) 12- Recado doVelho (L.Gonzaga/J.Silva 13- Dá licença prá mais um c/Joquinha Gonzaga ( J.Silva/Raimundo Evangelista)

1989: Vou te matar de cheiro Luiz Gonzaga e João Silva); Uma pra mim, uma pra tu (Luiz Gonzaga e João Silva); Vê se ligas para mim (João Silva e Luiz Gonzaga); Arcoverde meu (João Silva e Luiz Gonzaga); Coração molim (Cecéu); Baião agrário (Cecéu e Maranguape); Xote ecológico (Aguinaldo Batista e Luiz Gonzaga); Ladrão de bode (Rui Morais e Silva); Pedaço de Alagoas (Edu Maia); Na lagoa do amor (cecéu); Já era tempo (luiz Gonzaga e João Silva); Faça isso não (João Silva e Geraldo Nunes).

1989: FORROBODÓ CIGANO - INSTRUMENTAL: 1- Forrobodó Cigano (L.Gonzaga) 2- Ói o frevo (J.Silva/L.Gonzaga) 3- Arrasta o Frevo (J.Silva/L.Gonzaga) 4- Depois da festa ( L.Gonzaga/J.Silva)
5-Xaxá mulher (L.Gonzaga/J.Silva) 6- Do jeito que vocês gostam (Luiz Gonzaga/J.Silva) 7- Ao mestre Capiba ( L.Gonzaga/J.Silva) 8-Forró Apracatado (J.Silva/L.Gonzaga) 9- Festa na roça (Mário Zan/Palmeira 10-Meus 18 anos (J.Silva/L.Gonzaga) 11- Tá ruço ( L.Gonzaga/J.Silva) 12- Manhã de junho (L.Gonzaga/J.Silva) 13- Baile na Roça(Tinoco/Nadir

1989: LUIZ GONZAGA E SUA SANFONA - VOL. 2 - 1- Tarantelando 2-Galope manso 3-Sol de Olinda 4- Só xaxando 5-Budegando 6- Apanhadora de algodão 7- Poraneu - dança dos imperiais ( D.P. adaptação Zé Pipa 8- Freviando 9- Prá poeira 10- Forró atarrancado 11- Forró no Jaqueirão 12- Xote rodado 13- Bia no frevo - D.P. adaptação Zé Pipa 14- Forró do joquinha ( L.Gonzaga/Joquinha Gonzaga) As demais músicas, de Luiz Gonzaga e João Silva.

1989: AQUARELA NORDESTINA -1- A rede véia ( Luiz Queiroga/Coronel Ludugero 2- Vamos chegando prá lá (J.Silva/Luiz Gonzaga 3- Menino de Braçanã (Luiz Vieira/Arnaldo Passos) 4- Os Olhinhos do menino ( Luiz Vieira) 5- Aproveita xará(J.Silva/Maranguape 6- Aqurela Nordestina ( Rosil Cavalcante) 7- Quero uma mulher (L.Gonzaga/J.Silva) 8- Me afubelo (J.Silva/Zé Mocó) 9- Cidadão ( Lúcio
Barbosa) 10- Canto do Sabiá ( Zé Alves Jr/Antonio D. Rabelo) 11- Prá não morrer de tristeza (J.Silva/K.Boclinho) 12- Bia no frevo (D.P. adaptação Zé Pipa) ESSE FOI O ÚLTIMO LP DE LUIZ GONZAGA.