Além de casamenteiro, Santo Antônio é invocado para achar coisas perdidas. É uma prática comum, no dia em sua homenagem, os jovens fazerem simpatias e "adivinhações" para conquistar alguém ou descobrir quando irá se casar.
O padroeiro dos namorados era português, de uma família tradicional de Lisboa e foi ordenado sacerdote aos 23 anos. Seu nome verdadeiro era Fernando de Bulhões e se tornou Antônio quando ingressou na Ordem de São Francisco de Assis. Começou a fazer os primeiros milagres na África, onde foi pregar o evangelho. Morreu em Pádua, na Itália, em 13 de junho de 1231.
Essa é a razão da escolha do dia em sua homenagem. O local de sua morte tornou-se seu sobrenome, ficando então conhecido como Santo Antônio de Pádua.
Monstro peludo, com aparência de lobo e dimensões avantajadas. Diz a Lenda nordestina, que se um casal tem sete filhos homens, o último vira lobisomem ou, se forem sete mulheres e o oitavo homem, este será o lobisomem. No sul, acreditam que o filho gerado na união ilícita entre parentes é que vira lobisomem e, no Centro-Oeste, diz que a crendice que se trata do indivíduo atacado de amarelão.
É um homem comum, mas nas noites de sexta-feira, quando a Lua brilha em todo esplendor, calma e serena, transforma-se e corre pelos campos, uivando lugubremente, invade galinheiros, devora cães e suga o sangue das crianças que encontra pelo caminho. Ao romper da aurora, é novamente um homem comum.
Para quebrar o encantamento, é necessário atacar o Lobisomem e corta-lhe uma das patas, ele vira imediatamente no homem que é, embora aleijado nunca mais se transformará se a ferida for untada com cera de vela que ardeu durante três missas dominicais ou durante a missa do galo, na meia noite do Natal.
Faz tempo que tento aprender a fazer um bom evento e ganhar dinheiro. Já passei por tudo o que vocês possam imaginar, show bem produzidos e pouca gente e pouca produção e muita gente, na verdade produzir um evento também necessita de muita sorte. Quando subo no palco, tem vários músicos me acompanhando e por traz destes músicos suas famílias, tenho que ser responsável. No final eles precisam além da satisfação do serviço, a devida remuneração. Nem sempre uma boa atração é motivo de uma bilheteria bombada.
Existem eventos bons para pouco público, nunca encherão casas, mas que terão um público extraordinário, de muita qualidade. Porém às vezes um bom evento pode ter a mídia mal trabalhada, para que o seu evento seja um sucesso você deve ter alguns cuidados básicos do tipo: Quais os shows que estarão concorrendo com o seu, estimativa de pessoas que freqüentam a casa, qual o público que você deseja alcançar, cuidado com o local se for um local já queimado por várias coisas erradas saia fora e arrume outro local. Faça promoções, o povo brasileiro adora promoções, seja criativo com o nome do evento, mulher acompanhada até meia noite não paga, mulher não paga na primeira hora, coloque o show na casa certa, exemplo: uma dupla de cantadores em um restaurante regional, Nadia Maia na Sala de Reboco e não coloque um Pianista na casa de show sertanejo com certeza não vai funcionar... Avalie o valor do ingresso, cuidado com o custo do evento exagerado, na duvida cancele o evento e realize outro dia, acho melhor um evento adiado que um produtor endividado. Evite concorrência local é muito forte.
O artista local tem acima de todo o amor e o carinho de seu público, e como todo amor é cego. Antes de ficar sozinho com a sua atração fabulosa, adie tudo e marque seu show para outro dia naquela cidade ou região.
Acima de tudo mesmo com qualquer dificuldade que você tiver não desista de fazer eventos é apanhando que se aprende...
Sucesso e muita sorte. Uma lista de contatos telefônicos de pessoas que curtem atração ou eventos do mesmo tipo é fundamental. Seja bem relacionado, saiba cuidar da sua carreira, caso seja você o artista e produtor, exiba livros ou CDs com capas perfeitas e bem embaladas. Roupa limpa e cheirosa, cabelos penteados, unhas feitas, cuidado com a boca, dentes estragados e mau hálito podem encerrar uma carreira!
O pleno do Conselho de cultura de Jaboatão dos Guararapes, cumprindo convocação especial para este fim, reuniu-se no dia 25.05.2010 as 14;00 hs, em sua sede na casa da cultura em Jaboatão Centro e resolver reeleger para mais um ano de mandato o poeta Cobra Cordelista, em eleição de consenso onde todos os conselheiros, optaram pela renovação do seu mandato.
Como vice-presidente do Conselho, foi também reeleito, o vereador José Correia Filho, e como segundo vice-presidente o Artista Plástico Fernando Kerller, representando a sociedade civil. Vale salientar que por se tratar da segunda legislatura neste conselho, os senhores Cobra Cordelista e José Correia Filho, não poderão mais participar em eleição futura, ocasionando uma reestruturação total do conselho na próxima legislatura, o que é muito bom para a democracia. Conversei com Cobra Cordelista sobre os avanços principais do conselho de cultura, nesta primeira gestão e ele frisou a instalação do Conselho em sede própria. O aparelhamento da sede com computador e impressora, mesas e cadeiras confortáveis. Destacou ainda o amadurecimento das discussões sobre cultura, e a eleição da sociedade civil de forma aberta e maciça, com cerca de 600 cadastros eleitorais no conselho de cultura, envolvendo o artista neste processo, que ocupou função importante. Elogiou e agradeceu a parceria amiga e responsável, que manteve com o secretário de cultura Ivan Lima Filho, a qual aplica esta receita de sucesso, que se mostrou solidário e participativo em todos os objetivos do conselho.
Entre as coisas que sente orgulho de ter colocado a marca do conselho de Cultura, destaca o Premio Solano Trindade de poesia Afro Brasileira, e o Festival de Musica Regional de Jaboatão dos Guararapes. Ao final confessou que assumiu o conselho com pouca experiência, mas com muita vontade de acertar, e representar um governo que acredita de verdade, que vai mudar a cara desta cidade, e que a missão apesar de difícil, tornou-se fácil, pois a cada dia, foram surgindo novos amigos de verdade, que contribuíram para o sucesso de sua tarefa.
O Movimento de Cultura Popular (MCP) foi criado no dia 13 de maio de 1960, como uma instituição sem fins lucrativos, durante a primeira gestão de Miguel Arraes na Prefeitura do Recife. Sua sede funcionava no Sítio da Trindade, antigo Arraial do Bom Jesus, localizado no bairro recifense de Casa Amarela.
O MCP recebeu diversas influências, principalmente de obras e autores franceses. Seu nome foi herdado do movimento francês Peuple et Culture (Povo e Cultura). Suas atividades iniciais eram orientadas, fundamentalmente, para conscientizar as massas através da alfabetização e educação de base.
Era constituído por estudantes universitários, artistas e intelectuais e tinha como objetivo realizar uma ação comunitária de educação popular, a partir de uma pluralidade de perspectivas, com ênfase na cultura popular, além de formar uma consciência política e social nos trabalhadores, preparando-os para uma efetiva participação na vida política do País.
Como ressalta um dos seus idealizadores, o professor Germano Coelho (depois prefeito da cidade de Olinda):
[...] O Movimento de Cultura Popular nasceu da miséria do povo do Recife. De suas paisagens mutiladas. De seus mangues cobertos de mocambos. Da lama dos morros e alagados, onde crescem o analfabetismo, o desemprego, a doença e a fome. Suas raízes mergulham nas feridas da cidade degradada. Fincam-se nas terras áridas. Refletem o seu drama como “síntese dramatizada da estrutura social inteira”. Drama também de outras áreas subdesenvolvidas. Do Recife com 80.000 crianças de 7 a 14 anos de idade sem escola. Do Brasil, com 6 milhões. Do Recife, com milhares e milhares de adultos analfabetos. Do Brasil, com milhões. Do mundo em que vivemos, em pleno século XX, com mais de um bilhão de homens e mulheres e crianças incapazes sequer de ler, escrever e contar. O Movimento de Cultura Popular representa, assim, uma resposta. A resposta do prefeito Miguel Arraes, dos vereadores, dos intelectuais, dos estudantes e do povo do Recife ao desafio da miséria. Resposta que se dinamiza sob a forma de um Movimento que inicia, no Nordeste, uma experiência nova de Universidade Popular.
Administrativamente, era divido em três departamentos: o de Formação da Cultura (DFC); o de Documentação e Informação (DDI) e o de Difusão da Cultura (DFC).
Dos três, o Departamento de Formação e Cultura foi, durante a existência do MCP, o mais atuante, cabendo-lhe de acordo com o Estatuto (art. 15): 1- interpretar, desenvolver e sistematizar a cultura popular; 2 - criar e difundir novos métodos e técnicas de educação popular; 3 – formar pessoal habilitado a transmitir a cultura ao povo. Era composto por dez divisões: Pesquisa, dirigido por Paulo Freire; Ensino; Artes Plásticas e Artesanato, cujo diretor era Abelardo da Hora; Música, Dança e Canto; Cinema; Rádio, Televisão e Imprensa; Teatro; Cultura Brasileira; Bem Estar Coletivo; Saúde; Esportes, que funcionavam através de programas e projetos especiais.
Como uma das propostas básicas do MCP era a educação de adultos, em setembro de 1961, foram criadas escolas de rádio que visavam suprir esse segmento educacional bastante carente. Em 1962, professores e intelectuais organizaram uma cartilha intitulada Livro de leitura para adultos ou Cartilha do MCP para a alfabetização de adultos. Os programas radiofônicos eram transmitidos pelas rádios Clube de Pernambuco e Continental. As aulas eram ministradas à noite e os alunos adultos compartilhavam o mesmo espaço das escolas diurnas para crianças e adolescentes, mas foi necessária a abertura de novas unidades, além da aquisição de mais aparelhos de rádio. O processo de elaboração e transmissão era coordenado por um grupo central, com o auxílio de monitores, orientações do Guia do alfabetizado e o apoio de universitários.
Devido à proximidade das eleições para o Governo de Pernambuco, em 1962, o Movimento enfrentou muita pressão política. Os jornais publicaram diversas matérias e artigos fazendo críticas a sua atuação. Para respondê-las, os dirigentes do MCP divulgaram uma extensa nota, intitulada Do Movimento de Cultura Popular ao povo, onde fazem um relatório de todas as suas atividades e rechaçam as acusações. Assinada pelo seu presidente Germano Coelho e todos os diretores, foi publicada no Jornal do Commercio, Recife, no dia 2 de setembro de 1962 (p. 29), parcialmente transcrita abaixo:
[...] O conceito do MCP se impõe de tal forma hoje, no plano nacional, que nem sequer o atingem a estreiteza dos obscurantistas, e leviandade dos irresponsáveis, o primarismo dos ignorantes, a frustração dos incapazes de construir e as calúnias dos difamadores profissionais. É Anísio Teixeira, diretor do Instituto Nacional de Estudo Pedagógicos, quem depõe sobre a imprescindibilidade no MCP na atual conjuntura brasileira, considerando o seu livro “Leitura para Adultos” como a melhor obra existente no gênero hoje no país. É Darcy Ribeiro, do Centro Brasileiro de Pesquisas Educacionais, atualmente reitor da Universidade de Brasília, quem cita o MCP, como instituição modelar de educação e cultura para o povo, em sucessivas conferências proferidas em São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Rio e em Brasília. [...] todo o povo do Recife sabe que o MCP é antes e acima de tudo idealismo, abnegação, honestidade, competência técnica e espírito de voluntariado de populares, intelectuais e estudantes: são 201 escolas instaladas em menos de três anos, com 626 turmas, diurnas, vespertinas e noturnas; são 19.646 alunos, crianças, adolescentes e adultos recebendo educação primária, supletiva e de base.[...]. Ataques desta ordem, planejados, coordenados e desfechados, às vésperas de eleições, contra o MCP têm um só objetivo: amesquinhar, com propósitos escusos, obra administrativa séria, patriótica e apolítica que segundo o testemunho de alguns dos maiores educadores brasileiros honra as tradições culturais do Recife. [...]
Apesar de enfrentar pressões e críticas de oposicionistas do governo Miguel Arraes, o MCP teve um grande desenvolvimento. No final de 1962, já contava com quase 20.000 alunos divididos em mais de seiscentas turmas, distribuídos entre duzentas escolas isoladas e grupos escolares; uma rede de escolas radiofônicas; um centro de artes plásticas e artesanato, com cursos de cerâmica, tapeçaria, tecelagem, cestaria, gravura e escultura; mais de 450 professores e 174 monitores de ensino fundamental, supletivo e educação artística; uma escola para motoristas-mecânicos; cinco praças de cultura, com bibliotecas, cinema, teatro, música, tele-clube, orientação pedagógica, recreação e educação física; o Centro de Cultura Dona Olegarina, no Poço da Panela, que, em parceria com a Paróquia de Casa Forte, oferecia cursos de corte e costura, alfabetização e educação de base; círculos de cultura; uma galeria de arte (a Galeria de Arte do Recife); um conjunto teatral, que já havia encenado, entre outras, diversas peças, como A derradeira ceia, de Luiz Marinho e A volta do Camaleão Alface, de Maria Clara Machado.
Participaram do MCP intelectuais e artistas conhecidos como Francisco Brennand, Ariano Suassuna, Hermilo Borba Filho, Abelardo da Hora, José Cláudio, Aloísio Falcão e Luiz Mendonça. O movimento também contou com o apoio de instituições políticas de esquerda como a União Nacional dos Estudantes (UNE) e o Partido Comunista Brasileiro (PCB), entre outras
Por causa do clima político existente na época, o MCP alcançou repercussão nacional, servindo de modelo para movimentos semelhantes criados em outros estados do Brasil.
O Movimento de Cultura Popular do Recife foi extinto com o golpe militar, em março de 1964. Dois tanques de guerra foram estacionados no gramado da sua sede, no Sítio da Trindade. Toda a documentação do Movimento foi queimada, obras de artes destruídas e os profissionais envolvidos foram perseguidos e afastados dos seus cargos.
O pleno do Conselho Municipal de Cultura do Jaboatão dos Guararapes, no uso de suas atribuições legais conferidas pela Lei Municipal 204/03, em reunião ordinária do dia 11 de Maio 2010, na sede do Conselho, sito à Praça Nossa Senhora do Rosário - Jaboatão Centro.
Considerando a necessidade de participação popular, de transparência do CMC e cumprimento das propostas aprovadas na 2° Conferência Municipal de Cultura do Município do Jaboatão dos Guararapes.
R E S O L V E:
Art. 1º - Convocar todos os segmentos culturais para o Fórum Municipal de Cultura, dia 09 de julho de 2010, tendo como Temas principais : Cota de participação da Cultura nos Eventos populares do Município e Patrimônio Histórico do Município.
Art. 2° - Nomear os Conselheiros(a) : FERNANDO KEHLER SILVA, LUZINALDO ALEXANDRE DA SILVA, ANDREIA MARIA SOARES , como membros da Comissão Organizadora do Fórum Municipal de Cultura.
Art. 3º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua aprovação.
Nascido no Recife, Pernambuco, em 06 de outubro de 1963, no Brasil, aos oito anos começou a mostrar interesse e talento pelas artes. Com muita imaginação e criatividade, pintava em sucatas, papelão e jornal. Sua família o ajudava a desenvolver seu talento natural, dando-lhe livros de arte para estudar. “Eu ficava sentado e copiava Tolouse e outros mestres dos livros, por dias e dias.
“Aos 14 anos fez sua primeira exibição pública e vendeu seu primeiro quadro à Organização dos Estados Americanos. Embora encorajado por este sucesso precoce, as circunstâncias modestas de sua vida o motivaram a estabelecer metas e a criar seu próprio futuro. “Na condição de criança pobre no Brasil, tive contato com o lado mais sombrio da humanidade. Como resultado, passei a pintar para trazer luz e cor para minha vida.“
Freqüentou escolas públicas, recebeu bolsa de estudos para uma escola preparatória e aos 17 anos entrou para a Universidade Católica de Pernambuco, no curso de Direito. Viajou para a Europa para visitar lugares novos e ver a arte que só conhecia nos livros. Durante um ano pintou e exibiu seus trabalhos em vários países como Espanha, Inglaterra, Alemanha e outros. Quando retornou ao Brasil, seu desejo de ter contato com o mundo ficou ainda mais forte, queria continuar a viajar e mostrar sua arte. Com isso, desistiu do curso de Direito e decidiu ir visitar um amigo de infância, Leonardo Conte, que estava estudando inglês em Miami, nos Estados Unidos.
Lá se deu conta que tinha muita empatia com o ritmo acelerado do “american way of life“. A diversa paisagem cultural e a beleza tropical o fizeram lembrar do Brasil. Fez de Miami, então, sua residência permanente. Trabalhou como atendente em lanchonete e lava-rápido, como ajudante de jardineiro e caixa de loja. Durante esse percurso, ele fez muitas amizades e através desses amigos conheceu Cheryl Ann com quem se casou e teve um filho, Brendan Britto.
Durante o processo de busca de uma galeria onde pudesse expor sua arte, Romero começou a mostrar seu trabalho nas calçadas de Coconut Grove, na Flórida. Depois chegou até a Steiner Gallery, em Bal Harbour, também na Flórida.
Foi nessa galeria que Berenice Steiner e Robyn Tauber começaram a vender seus trabalhos a entusiastas da arte do mundo inteiro.
Com foco em expandir sua marca no Nordeste, a Disney entrou em contato com alguns artistas para criar versões mais regionais do símbolo maior da companhia: Mickey Mouse.
Derlon Almeida, do Recife, Érica Zoe, de Fortaleza, e Cau Gomez, que nasceu em Belo Horizonte mas trabalha há muitos anos em Salvador, são os nomes que readaptaram o popular ratinho para contextos mais nordestinos.
Nas mãos desses ilustradores, Mickey Mouse tocou berimbau no Pelourinho, foi "xilogravado" no melhor estilo da Literatura em Cordel pernambucana e se uniu ao trio de forró do Ceará.
Ouça a música filho agente não enjeita de cobra cordelista
Histórias de Caboclo – Para Corações Pequeninos
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Poeta é natural de Recife-PE.
Em 2005 retomou com força a atividade poética, em 2006 voltou a publicar, foram 04 publicações, assumiu sua condição de poeta definitivamente e passa a realizar os shows “Coisas do Sertão” e “Salas de Cordel”, chamando para compor este evento consigo, o violonista Carlinhos.Hoje estes shows acompanhado do projeto Curupira que fundou com a finalidade de arte musical ,ensinando os jovens a tocar e a dançar os ritmos da cultura Pernambucana. Em 2007, foram 08 publicações só no primeiro semestre, em 2008 lançou o livro Estórias de Caboclo para corações pequeninos e o Cd Cordas Coisas do Sertão e o Cordas e cordéis de Recife, e tem por objetivo lançar um DVD com a historia de Jaboatão dos Guararapes com narrativa em cordel, e inaugurar a primeira escola de cultura de Jaboatão dos Guararapes. “A cultura, é uma bela política de inclusão social ,pois um instrumento, um palco, um texto, podem mudar a vida de uma pessoa, pois Deus reparte os Dons conforme á sua vontade , e o artista nasce nos Arranha Céus da cidade e nos becos e Vielas deste País." Cobra Cordelista".