sexta-feira, 18 de junho de 2010

Um Brasil de Viola - Novos vídeos

Vanju e Seu Geo contam a história do samba de roda e da viola machete em Amélia Rodrigues (BA). Parte integrante do Projeto "Um Brasil de Viola - Tradições e Modernidades da Viola Caipira"




quinta-feira, 17 de junho de 2010

Mais simpatias


Simpatias para ter sorte


Para ter sorte na moradia

Alguns dias antes de mudar, a pessoa tem que lavar a nova casa com água, vinho e mel e deixar secar naturalmente. Um dia antes da mudança, abrir uma lata de sardinha, uma garrafa de vinho e uma bisnaga. Colocar tudo isso no meio da sala e no dia da mudança, recolher tudo e jogar num jardim. Depois disso, não faltará, saúde e dinheiro e só reinará a felicidade no lar.

Para retirar o azar de sua casa

Pegue 7 pombos brancos, em dias de domingo, e coloque dentro de sua casa. Abra todas as janelas, e abra a gaiola dos pombos deixando eles saírem por onde quiserem, assim levando todo o azar em suas asas.

Para ter sorte em novos empreendimentos

Recorra aos poderes de uma simpatia. Antes de atirar-se a um novo empreendimento, tome um banho preparado com água morna, sal grosso, três folhas de hortelã, uma folha de arruda e meia colher de enxofre.

Para ter sorte no comércio

Quando abrir seu comércio pegue a chave do estacionamento e deixe durante três dias dormir no sereno. Depois disso, antes de inaugurar o comércio mande rezar uma missa ao santo de sua devoção.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Simpatias Juninas


Véspera de São João

Sabedoria de bananeira

Na noite de São João, de 23 para 24, deve-se enfiar uma faca virgem (nova) na bananeira. No dia seguinte, de manhã bem cedo, retire a faca que nela aparecerá o nome do(a) futuro(a) noivo(a). Outra variante dessa simpatia diz que o nome do(a) futuro(a) marido/mulher aparecerá escrito no caule da bananeira.

Alguns preferem ver o nome escrito no tronco da bananeira. Ainda há outra variante, mais rápida: enfia-se a faca na bananeira e, ao retirá-la, você ouvirá o nome do(a) futuro(a) companheiro(a).

Papéis mágicos

Na noite de São João, escreva em pequenos papéis o nome de vários(as) pretendentes. Enrole-os e jogue-os em uma bacia ou copo d'água. O papel que se desenrolar primeiro indicará o nome do(a) futuro(a) companheiro(a).

A idade do cônjuge

Passe um ramo de manjericão sobre a fogueira e jogue-o sobre o telhado de sua casa. Se na manhã seguinte ele ainda estiver verde, é sinal de casamento com pessoa jovem. Se estiver murcho, com pessoa mais velha.

Oráculo de carvão

Pegue dois pedaços de carvão da fogueira de São João. À meia-noite, coloque os carvões em uma bacia com água. Se afundar o maior é porque o marido vai morrer primeiro. Afundando os dois, o casal vai morrer junto. Se os dois carvões boiarem, o casal terá vida longa.

Sonho lotérico

Se você sonhar com um bicho na véspera de São João, deve jogar na loteria porque vai ganhar com certeza.

O poder do carvão

- O carvão que sobra depois que a fogueira apaga adquire poderes sobrenaturais. Com ele, pode-se cobrir os ovos das aves para que a ninhada seja forte e saudável.
- Andar com um pedaço de carvão da fogueira no bolso traz felicidade e dinheiro o ano todo.
- Jogar na fogueira um galho de alecrim, arruda ou uma trança de alho espanta o mau-olhado.
- Os carvões que restarem podem ser enviados a parentes e amigos, pois são considerados bentos.
- Quem possuir um carvão da fogueira viverá até o próximo São João.

O poder do mastro

- Para obter boa colheita, prenda junto à bandeira do mastro laranjas, pencas de banana e espigas de milho, pedindo a proteção dos santos.
- As espigas de milho que ficam no mastro são recolhidas e usadas para o plantio. Dizem que quem achar no dia da festa uma espiga com 15 fileiras ficará rico.


terça-feira, 15 de junho de 2010

Os milagres de Jesus


Os milagres de Jesus (Raimundo Nonato da Silva)
Lá na ceimão da montanha
Com pena da mutidão
Cinco pão com dois pexim
Jesus segurou na mão
Orou e abençoou
E fez a mutiplicação

Mais de cinco mil pessoa
Fora minino e minina
Perece que aquele povo
Tava com a fome canina
Jesus não butou pretexto
De pão sobrou doze sexto
Diz a escritura divina

Fazia três dia que o povo
Não comia arrois com fejão
Tava morrendo de fome
Sem ter alimentação
Jesus deu um bom exemplo
Eu acho que naquele tempo
Não tinha nem macarrão

Como ovelha sem pastor
Tava a mutidão também
Jesus mandou dividir
Em grupo de cinqüenta e de cem
Deu pão com pexe pra todos
Com fome não morreu ninguém

Sim a bibra diz também
Que em Caná da galiléa
Na festa de casamento
Fez milagre não foi idéa
Jesus fez da água vim
E mandou da a platéa

Conforme a bibra revela
Seu primeiro milagre foi ali
Mandou por água nas talhas
Disse aos garçom venha aqui
Leve o vim ao mestre sala
Pode começar sivi

Disse que um convidado
Falou pro gasom ligeiro
Em toda festa as pessoa
Da logo o vim bom primeiro
Mais aqui foi diferente
O bom vei por derradeiro

Quando fez esse milagre
Jesus se mandou da festa
Pruque onde tem bibida
O povo se manifesta
E Jesus não demora muito
Nos lugares que não presta

Tudo que aprendi na bibra
Falo a verdade e não nego
Jesus em Jerusalém
Entrou montado no jegue
Jesus fez a coisa certa
Se fosse de bilicicleta
Talvez ficasse no prego

O povo vendo Jesus
Clamara e dero lovor
Disse ozana ozana ozana
Adoraro o criador
Disse bendito é aquele
Que vem em nome do senhor

Disse Jesus quem tem cede
Quem tem cede venha amim
Cede de pão e de água
Não de tiragosto e vim
Quem me aceitar agora
É salve e feliz no fim

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Coisas do Nordeste


Quadrilha

De origem francesa, a quadrilha era uma dança típica que celebrava os casamentos da aristocracia européia. Dançada em pares, já era praticada no Brasil desde 1820 e foi se popularizando desde então. Os tecidos finos da nobreza francesa deram lugar à chita, tecido mais barato e acessível, e o casamento nobre foi adaptado a uma encenação.

O enredo da união caipira é geralmente o mesmo: a noiva, que geralmente está grávida, é obrigada a casar pelos pais e o noivo recusa, sendo preciso a intervenção da polícia para que o caso se resolva. A quadrilha, como era no começo do século XIX, é realizada como comemoração do casório.

A mudança dos passos é anunciada por um locutor ao som do forró. Existem, hoje, as chamadas quadrilhas estilizadas com passos marcados e coreografias ensaiadas (que mais parecem aulas de ginástica aeróbica) e criadas exclusivamente para uma determinada música.


Forró

Existem duas atribuições para a origem do nome forró. Uma delas é que corresponda etimologicamente ao termo forrobodó, que - na linguagem do caipira brasileiro - quer dizer festança ou baile popular onde há grande animação, fartura de comida e bebida e muita descontração. A outra é ao termo inglês for all (para todos), usado para designar festas feitas nas bases americanas no Nordeste, na época da Segunda Guerra Mundial, e que eram abertas ao público, ou seja, “for all” e a pronúncia local transformou a expressão em forró. A música é tocada à base da sanfona, da zabumba e do triângulo, conhecida como arrasta-pé ou pé-de-serra, sendo esta última considerada a versão mais autêntica. O ritmo sofreu algumas variações e atualmente alguns músicos incorporaram o baixo, a guitarra e a bateria às suas melodias.


Baião

Acredita-se que a palavra baião tenha surgido de bailão, fazendo alusão a "baile grande". Esta dança popular do século XIX permite a improvisação, sendo mais rápido do que o xote que a torna mais viva.

A habilidade nos pés é maior, exigindo movimentos mais velozes do corpo. Os passos são acompanhados por palmas, estalos de dedos e "umbigadas". A marcação da dança segue a musicalidade dos cocos e da sanfona.

Fonte: © Hotsite São João Pernambuco.com

sábado, 12 de junho de 2010

Jackson Rocha, o artista da vez!


Ra somente um momento de descontração, pois era aniversario de Edir Pinto Peres nosso amigo e Vice–Prefeito de Jaboatão dos Guararapes. Estávamos no Restaurante Espeto na Mesa, de meu amigo Cícero, em Candeias, antigo Bar da Poeira, tradicional bar de quarenta anos (que resiste a tradição do nome , pois o nome se dá ,dos tempos em que a poeira cobria o estabelecimento quando os carros passavam pela estrada empoeirada , e era comum dizer, vamos tomar uma no Bar da Poeira).

A tradição persiste, apesar de hoje ser uma avenida prospera cheia de arranha céus, e o pavimento ter chegado, durante a gestão do ex-prefeito, de saudosa memória Gerado Melo, falecido em Janeiro de 2010. Ai quem foi dar uma palhinha e demonstrar suas Habilidades? Jackson Rocha (Secretário de Turismo e desenvolvimento econômico de Jaboatão dos Guararapes). No palco ao seu lado meus parceiros da Banda Tucanos do Forro, na Sanfona Nido do Acordeom, Ivanildo na bateria, Pereira na Zabumba, Mônica no triangulo e Messias no contra baixo. E ai o secretário demonstrou toda a sua intimidade com a música, pois ao violão arrancou aplausos dos presentes, cantando muito bem, e deixando a sua marca de boêmio e seresteiro. Agora sabemos de onde vem a vocação musical de seu filho, integrante da Banda Cascabulho, a mais grata revelação do carnaval 2010 do Recife.

Que outras noitadas venham companheiros, e a desfrutaremos ao lado de tão agradáveis companhias.

Por amor a Cultura Cobra Cordelista!

Cavalhadas


HISTÓRICO:Durante a dinastia carolíngia( século VI d.c.), portanto há quase 1500 anos,Carlos Magno, de religião cristã, lutou bravamente contra os sarracenos, de religião islâmica, impedindo-os de invadir o centro norte da Europa. A cavalhada é uma tradição dos torneios da Idade Média, onde os aristocratas exibiam em espetáculos públicos, sua destreza e valentia. Na verdade, cavalhada representa a luta entre mouros e cristãos. O feito foi amplamente divulgado, como mostra de bravura e lealdade cristã, por trovadores que viajavam por toda a Europa.

E ficou sendo conhecido como a "A Batalha de Carlos Magno e os 12 pares da França", um verdadeiro épico, cantado em trova, como forma de incentivar a população cristã contra as investidas dos exércitos islâmicos, que, apesar da derrota na batalha de Carlos Magno, não abandonou as investidas, principalmente ao sul da Europa, vindos da Mauritânia.

Conhecidos como mouros, os mulçumanos da Mauritânia, invadiram,no século VIII, o sul da Península Ibérica, dominando a região de Granada(Espanha), de onde foram expulsos somente em fins do século XV.

Foram quase 800 anos de ocupação moura por quase toda a península, o que, inegavelmente, colaborou para o avanço tecnológico destas nações, uma vez que os mulçumanos árabes, propagadores do islamismo, eram mais evoluídos, do ponto de vista tecnológico, artístico e cultural, do que os cristãos da época. Os reis que resistiram a este avanço refugiaram ao norte da península e mantiveram intacta sua cultura, vindo deles a iniciativa de expulsão da soberania moura na Península Ibérica.
Incorporada ao folclore, durante séculos, a História de Carlos Magno era atração nas vozes dos trovadores e, somente em idos do século XIII em Portugal é que a Rainha Isabel resolveu instituí-la como uma festividade, aos modos de uma representação dramática, quase que como um jogo de xadrez, a fim de incentivar a instituição cristã e o repúdio aos mouros.

A sua realização está ligada à Festa do Divino Espírito Santo, que tem origem na tradição portuguesa e leva em conta o calendário da Igreja Católica. Segundo a liturgia religiosa, é o dia de Pentecostes, exatamente 50 dias após a Páscoa. Provavelmente a Festa do Divino Espírito Santo foi instituída pela rainha Isabel, esposa do rei trovador Dom Dinis, de Portugal. No Brasil essa tradição teria chegado por volta de 1756, com os portugueses, e ganhando perfil próprio em cada Estado, em cada região brasileira.

A FESTA: Na verdade, cavalhada representa a luta entre mouros e cristãos. São doze cavaleiros mouros e doze cavaleiros cristãos. No final da longa batalha, vencem os cristãos que ainda conseguem converter os mouros ao cristianismo. Trata-se de uma tradição praticada em várias regiões do Brasil, porém com diferenças marcantes de uma região para outra. Num grande campo de batalha, onde de um lado, o lado do poente, 12 cavaleiros cristãos vestidos de azul, a cor do cristianismo, lutam contra 12 cavaleiros mouros vestidos de vermelho, encastelados no lado do sol nascente.
No Brasil esta representação dramática foi introduzida, sob autorização da Coroa, pelos jesuítas com o objetivo de catequizar os gentíos e escravos africanos, mostrando nisto o poder da fé cristã.

A hierarquia dos exércitos da Cavalhadas segue, tanto para os cristãos como para os mouros, a seguinte ordem: dos doze cavaleiros temos no mais alto posto o Rei, abaixo deste temos o Embaixador e seguindo abaixo os dez restantes cavaleiros. O último cavaleiro só subirá de posto se houver morte ou desistência de algum outro acima, o mesmo acontece com o Embaixador, que só tornar-se-á Rei se o próprio Rei morrer ou desistir. Durante três tardes, as “tropas” de cristãos e mouros representam, com seus desafios e carreiras, as lutas travadas entre Carlos Magno e os Sarracenos, que terminam no final da segunda tarde com a rendição, ou seja, a conversão e batismo dos mouros. Após a vitória dos cristãos, os mouros são batizados por um padre.
Os cavalos também são amplamente ornamentados, com patas pintadas, protegidos na fronte com metais polidos, e envergando plumas na cabeça.

PERSONAGENS E VESTIMENTAS:


CRISTÃOS E MOUROS: Doze cavaleiros ,em ordem hierárquica,tanto cristãos como mouros. A mais luxuosa roupa pertence ao rei cristão e ao mouro. O rei cristão e seu embaixador usam de duas e três pontas. O rei mouro usa um capacete dourado do tipo romano.
1.o Rei
2.Embaixador
3.Dez cavaleiros. O último cavaleiro só subirá de posto se houver morte ou desistência de algum outro acima, o mesmo acontece com o Embaixador, que só tornar-se-á Rei se o próprio Rei morrer ou desistir.

Rei Cristão : Em roupas de cor azul, destaca-se pela liderança dos cavaleiros, e principalmente pela sua vestimenta diferente,típica da realeza.O Rei Mouro: Em roupas de cor Vermelha ,destaca-se dos demais Mouros, pela sua liderança a frente dos cavaleiros mouros e pelas suas vestimentas típicas da realeza.

Mascarados: é tão grande atração quanto os cavaleiros mouros e cristãos. Conhecidos também como "Curucucús", por causa do som que emitem, são pessoas que se vestem com máscaras, roupas coloridas, luvas e botas. Mudam a voz ao falar e cobrem todo o corpo para que ninguém os reconheçam. Enfeitam seus cavalos com fitas, tecidos, plantas e tudo quanto a criatividade mandar. Tradicionalmente existe vários tipos.

Os mais tradicionais são aqueles com máscara de cabeça de boi, seguindo pelos que usam máscaras de onça, máscara de homem, e mais recentemente apareceram aqueles com máscaras de borracha, com cara de monstro, desfocando um pouco a originalidade da Festa. Mas isso não diminui a beleza e o entusiasmo dos Mascarados, que já no sábado saem às ruas à galope em algazarra. Pedem com vozes fanhosas cervejas e cigarros aos transeuntes e divertem a população com suas acrobacias e brincadeiras.

Outro mascarado muito interessante é o São Caetano, chamado assim pois orna seu cavalo, escondendo-o, com ramas de Melãozinho de São Caetano, erva trepadeira muito comum, e folhas de bananeiras. Leva na cabeça uma máscara de homem, com um chifre reto na testa, e na mão uma cesta de frutas que atira para a platéia. Outro muito engraçado veste-se com um macacão extremamente grande de tecido de colchão que recheia com capim, ficando enormemente gordo, envolvem a cabeça com um pano preto onde pinta em branco a face de uma caveira.

Não se sabe a origem destes personagem, que são encontrados em todas as cavalhadas do Brasil com diversas diferenças entre as cidades,provavelmente uma criação brasileira. Eles se fundem com os cristãos e mouros num trinômio perfeito. Representam o papel do povo e daqueles que não tem acesso a pompa dos cavaleiros, que representam socialmente a elite e o poder. São irônicos e debochados, fazendo críticas aos poderosos e ao sistema. E, ao contrário da rigidez dos Cavaleiros, entre os Mascarados não há regras, tudo é permitido, menos mostrar a cara.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Show de Cobra Cordelista


O Poeta Cobra Cordelista se apresenta neste sábado, 12 de Junho de 2010, “dia dos Namorados “ inaugurando “RICARDO BURG PETISKARIA “ em Candeias, em Frente ao Verde Frutas. No repertório a Poesia Matuta cheia de lirismo, como a noite exige, contos e causos e a canção romântica batendo forte no peito dos namorados. Na ocasião o poeta apresenta algumas canções e versos do seu novo CD “O CANTO DA SERPENTE”.

RICARDO BURG PETISKARIA
Av. Presidente Kennedy, 4553 – fone 8780.5482
Em frente ao Verde Frutas em Candeias


São João bate a porta

As festas juninas tiveram origem no Egito Antigo

As festas juninas são muito antigas, anteriores inclusive ao cristianismo e - conseqüentemente - à Igreja Católica. Suas origens estão no Egito Antigo, onde nesta época era celebrado o início da colheita, cultuando os deuses do sol e da fertilidade.

Com o domínio do Império Romano sobre os egípcios, essa tradição foi espalhada pelo continente europeu, principalmente na Espanha e em Portugal. Quando o cristianismo tornou-se a religião oficial do Ocidente, a festa mudou para homenagear o nascimento de São João Batista, que foi quem batizou Jesus.

Por ser colônia portuguesa, o Brasil herdou o costume, principalmente no Nordeste, em que os festejos coincidem com a colheita de milho. A data passou a parte do calendário católico, seguindo o exemplo de outras comemorações de dias santos, como o nascimento de Cristo (Natal) e sua morte (Páscoa).

As chamadas festas juninas reúnem as homenagens aos principais santos reverenciados no mês de junho: Santo Antônio, São João e São Pedro. A época é marcada por brincadeiras, comidas típicas, dança e muita superstição, presentes nas simpatias juninas. É a hora de se vestir de caipira e aproveitar esta festa que é um misto de profana e religiosa.